Produto está 37,5% mais caro em Ribeirão Preto (SP). Reajustes ocorrem devido a grande procura por cortes como bisteca e pernil.
Carne suína em alta

A carne suína já está mais cara. O quilo da bisteca, por exemplo, subiu 37,5% em pouco mais de um mês: custava R$ 8 médios em setembro e nesta segunda-feira era vendido por R$ 11 em açougues de Ribeirão Preto (SP) consultados pela Reportagem.
A explicação para a alta é baseada em dois motivos: o consumo está cada vez maior e os frigoríficos não dão conta de atender a tanta procura. O resultado é uma série de reajustes de preços para produtor, indústria e para os açougues.
“O consumidor deve preparar o bolso porque já existe pressão sobre preços de carnes suínas mais usadas no fim do ano”, diz Márcio Luiz Ferreira, que administra o Açougue do Mercadão, no Mercado Municipal.
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
- •Agronegócio e comércio bilateral marcam Fórum Empresarial Brasil–Bolívia em São Paulo
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira
Segundo apurado pela reportagem, embora falte mais de um mês para dezembro, os frigoríficos estariam estocando pernis, lombos e outros cortes, para garantir a oferta, e isso já reflete em altas.
Em açougues, a previsão é de que os preços só deverão recuar após o fim do ano, com a esperada queda do consumo.





















