Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Segurança do Trabalho

Portos do Paraná treina trabalhadores para reduzir os riscos do trabalho em altura

Nesta semana a capacitação é sobre a NR 35, que trata deste tipo de atividade. Neste ano já foi realizado treinamento para trabalho em píer de inflamáveis e outros já estão programados

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Portos do Paraná treina trabalhadores para reduzir os riscos do trabalho em altura

A Portos do Paraná realiza nesta semana um treinamento teórico e prático sobre a Norma Reguladora 35 (NR35), que trata do trabalho em altura. Voltado aos trabalhadores da própria empresa pública, o curso é requisito obrigatório para toda atividade executada acima de dois metros, onde haja risco de queda. São duas turmas com 40 colaboradores em curso.

O gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da Portos do Paraná, José Sbravatti, explica que a constante atualização quanto às normas e protocolos de segurança no trabalho é uma das ações para minimizar os riscos da atividade portuária no Estado. “Trata-se de um conjunto de requisitos e ações preventivas que precisamos estudar e nos adequar para que seja possível minimizar ao máximo a exposição do trabalhador ao risco”, afirma.

CRONOGRAMA – Esses treinamentos seguem um cronograma obrigatório nos portos do Paraná. Neste ano já foi realizado o treinamento de NR 20, que é critério obrigatório para o acesso do píer de inflamáveis. O segundo é este da NR 35.

Até junho, ainda serão oferecidos treinamentos de NR33, para acesso em espaços confinados; NR12, para acessos a locais como correias transportadoras, pavimentos dos silos públicos e demais locais em que haja equipamentos que possuam partes móveis; NR10, para serviços elétricos e mais um treinamento de Brigada de Incêndio, além de programa de proteção respiratória previsto no cronograma já definido pela Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho (GSST).

Por envolver diversas operações e serviços, além de muitos equipamentos e maquinários, a atividade portuária exige atenção total. “É muito importante que estejamos atentos aos requisitos de cada local, de cada atividade, de cada máquina, de cada operação”, comenta Sbravatti.

CULTURA – Além de condicionante para a execução de trabalhos que envolvam condições de risco específicas, os treinamentos são uma poderosa e eficaz ferramenta de conscientização, capacitação e formação de uma cultura segura nos funcionários que participam.

“Nos cursos são abordados métodos de análise e identificação de riscos de forma teórica e prática, desenvolvendo um olhar crítico para as situações enfrentadas diariamente, afirma Felipe Zacharias, assessor especialista da gerência de Saúde e Segurança no Trabalho. 

Além dos treinamentos, equipamentos de proteção coletiva e individuais, a Portos do Paraná possui procedimentos de forma a estabelecer critérios de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) para realização de atividades de alto risco. Essa combinação é o que garante a segurança diária dos trabalhadores portuários.

ALTURAS – O módulo I do curso da NR35 envolve avaliação dos riscos, riscos específicos, fatores que levam aos acidentes, fator pessoal de insegurança, atividades rotineiras x não rotineiras, sinalização e isolamento de segurança. A primeira turma segue com o segundo módulo nesta sexta (25), das 14h às 18h. As duas aulas se repetem na segunda turma, agendada para os dias 03 e 09 de março.

A autoridade portuária também exige de todas empresas que acessam a zona portuária a atualização constante dos treinamentos obrigatórios de segurança, à qual está condicionada a liberação ou não do acesso e desempenho das atividades.

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