AEPE, representando criadores paulistas, conquista Congressos Mundial e Brasileiro para o Estado de São Paulo em 2006.
Trabalho de parceria
Júlio César Cabrino, presidente da AEPE, comemora a vinda dos eventos para o Estado de São Paulo Redação AI (16/02/06) –
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A AEPE já se preparava há seis meses pelo pleito. A conquista do mundial em São Paulo, em 2006, já havia sido feita durante este último mês de outubro, quando foi realizado o XII Congresso Mundial ou XII World Ostrich Congress, que aconteceu em Madri, na Espanha. Na ocasião, Austrália, Ucrânia e China, que também desejavam sediar o Congresso Mundial, retiraram as suas candidaturas, quando constataram a notável campanha brasileira, representada por uma comitiva de 38 membros e o potencial, crescimento e desenvolvimento do Brasil no segmento somente neste último ano de 2005. Na conquista do Mundial, importante participação teve também a diretoria da ABRE – Associação Brasileira de Estrutiocultura, com sede em Mato Groso do Sul, que junto com a ACAB e AEPE, representam as três maiores entidades do setor e no Brasil.
Segundo o presidente da AEPE, Júlio César Cabrino, a conquista foi um trabalho em parcerias, “fruto de várias cabeças pensantes entre o empenho das diretorias das três maiores entidades de representatividade atualmente no setor como AEPE, ACAB e ABRE”. Ainda de acordo com Cabrino, outro argumento bastante forte para São Paulo vencer a disputa é o fato de que é o Estado Paulista, o líder na concentração de aves e também sede do maior número de criatórios da ave no Brasil, somando e representando mais de 35% do plantel nacional. “O Estado de São Paulo é hoje o grande “player” do Brasil no segmento “. O presidente da AEPE conclui ainda que, “os dois maiores Congressos no segmento e junto do III Workshop Paulista acontecendo, simultâneamente, e em uma mesma cidade, oportuna uma participação maior de interessados, reunindo e possibilitando a participação de pequenos, médios e grandes criadores, ou ainda de empreendedores, como os fabricantes que se dedicam, com exclusividade, ao segmento e também de novos investidores”, finaliza Cabrino.
Hoje, o Estado de São Paulo, sozinho, e seguramente, já soma mais de 30% do plantel brasileiro; uma vez que Campinas já é também referenciada como a Capital do Avestruz e a região interiorana conhecida como “Cinturão Verde Paulista”. Títulos que, com certeza, ajudaram o Estado a ser reconhecido e selecionado, com a concordância da maioria dos associados da AEPE e ACAB, até a oficialização da candidatura. “Com certeza, São Paulo é uma metrópole e uma capital capaz de atender, confortavelmente, milhares de criadores que virão de todas as partes do país. Tem infra-estrutura hoteleira, física – em espaços que comportem toda a programação do evento e ainda alternativas em logística de transporte para locomoção de todos”, conclui Cabrino.





















