Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Pequenos produtores suinícolas de SC vão perder mais

Estado aguarda vistoria dos frigoríficos para poder vender á Rússia.

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Redação (29/01/2008)- A novela em que se transformou a exportação da carne suína catarinense para a Rússia promete um desfecho amargo para o pequeno produtor. A indústria mantém o otimismo com a possibilidade da abertura de novos mercados, mas os pequenos produtores não têm como esperar muito. Apesar de liberado para exportar carne suína para a Rússia no ano passado, o mercado de SC enfrenta barreiras para retomar as exportações. Nas negociações com o Brasil, o foco da Rússia agora é a carne bovina. Equipes russas virão ao Brasil vistoriar 40 frigoríficos – sendo que apenas quatro trabalham com carne suína e nenhum deles em SC.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), Enori Barbieri, acredita que o boicote às exportações de carne suína catarinense é uma forma da Rússia proteger seu mercado interno. "A Rússia importa entre 25 mil e 30 mil toneladas de suíno por mês. SC tem capacidade de exportar para eles até 50 mil toneladas por mês". Enori sugere que, com o status de área livre de febre aftosa, SC aproveite o potencial de novos mercados para manter a estabilidade das indústrias. Mas ele reconhece que os produtores não terão estrutura para se manter até a abertura destes mercados.

Dados da Associação Catarinense de Criadores de Suínos indicam que 70% dos animais já são das indústrias, contra 30% dos produtores. A média de idade do produtor é de 47 anos e 50% deles não têm um sucessor para dar continuar o trabalho. O preço do quilo de suíno vivo, pago ao produtor, que chegou a R$ 3 no ano passado, está hoje em R$ 2,10. Enori diz que apenas com o custo da produção, o gasto é de R$ 2,40.

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