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Exportadores de carne in natura querem conquistar EUA e Japão

O Brasil, maior exportador mundial de carne, vende hoje para mais de 150 países e deve manter a política de diversificação de mercados.

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Redação (11/06/2008)- Dois grandes centros consumidores estão na mira de exportadores brasileiros de carne bovina: o Japão e os Estados Unidos. Vencer as barreiras que ainda impedem os habitantes dos dois países de experimentar o produto brasileiro in natura foi um dos desafios assumidos hoje (10) pelo economista Roberto Giannetti, ao tomar posse na presidência da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), em substituição a Marcus Vinicius Pratini de Moraes.

Para isso, Giannetti defende a expansão da produção para as áreas do cerrado brasileiro. Segundo ele, o Brasil, maior exportador mundial de carne, vende hoje para mais de 150 países e vai manter a política de diversificação de mercados, que já vinha sendo tocada por Pratini.

“Devemos continuar divulgando a nossa carne em países da Ásia, do Oriente Médio, Leste Europeu e nos Estados Unidos, que queremos conquistar e tornar a nossa marca Brazilian Beef produto ainda mais reconhecido”, afirmou Giannetti.

Os exportadores brasileiros de carne bovina aumentaram a receita cambial em 7,71%, em maio, sobre o mesmo mês do ano passado, obtendo US$ 478,07 milhões. O volume vendido, entretanto, caiu 25,75%, totalizando 266 mil toneladas. No acumulado do ano, o volume financeiro teve evolução maior, com crescimento de 10,40% sobre igual período de 2007. Na mesma base de comparação, foram embarcados 20,27% menos produtos, totalizando 1,15 milhão de toneladas.

A projeção do setor é fechar o ano com 2 milhões de toneladas, abaixo dos 2,5 milhões negociados em 2007. Quanto ao movimento financeiro, a expectativa é atingir US$ 5 bilhões contra os US$ 4,5 bilhões obtidos no ano passado. Ao anunciar esses dados, Giannetti justificou que a alta do preço do produto no mercado internacional contribuiu para a elevação do ganho financeiro. No entanto, há uma oferta reprimida em razão do embargo temporário europeu em andamento desde janeiro.

“Tivemos uma queda expressiva, o que fez com que os frigoríficos trabalhem hoje com alguma ociosidade, e a gente tem uma oferta menor de carne no mercado, mas é uma situação cíclica, e os ajustes deverão vir no curto e médio prazos”, disse Giannetti. Ele acredita que a questão do embargo deverá ser solucionada até o final deste ano.

Segundo o novo presidente da Abiec, a demanda encolheu, porque os preços estão mais altos e houve aumento da demanda, “porque está-se remunerando melhor o produtor e ele vai querer investir melhor na produção”. Na Europa, a questão não é de preços e sim “de acesso” dos consumidores, disse ele ,em referência ao embargo europeu. Giannetti destacou o empenho na reconquista, "em breve", do mercado europeu e o trabalho de rastreabilidade feito pelo Brasil em seu rebanho.

Ele explicou que isso inclui a conscientização ambiental dos produtores de carne, como já está ocorrendo entre os que produzem etanol. “Precisamos dar garantia ao consumidor europeu de que está recebendo um produto saudável e de boa origem.”

Para Giannetti, as declarações do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, sobre confisco de bois na Amazônia foram "exóticas". Ele disse que o tema deve ser debatido e que é preciso conciliar o crescimento de produção do gado bovino com preservação ambiental, "Mas não é com discurso e frases exóticas que a gente vai conseguir isso”, concluiu.

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