Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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CLIMA

Nova onda de calor em novembro ameaça superar a intensidade registrada em setembro

A partir de quinta-feira (09), o ar frio das madrugadas perderá força, e as noites mais quentes serão o destaque, principalmente em Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso

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Nova onda de calor em novembro ameaça superar a intensidade registrada em setembro

O Brasil está prestes a enfrentar uma nova onda de calor, com temperaturas que podem superar o calorão sentido em setembro. O estabelecimento de um sistema de ar seco sobre o país provocará um aumento significativo nas temperaturas a partir de quarta-feira, 8 de novembro, configurando uma onda de calor com características distintas.

Essa nova onda de calor será caracterizada por temperaturas que ficarão pelo menos 5°C acima da média em várias regiões do Brasil, e sua duração será mais longa, estendendo-se por mais de cinco dias.

Já na quarta-feira, as temperaturas serão intensas em áreas do norte e oeste do Paraná, extremo oeste de Santa Catarina, pontos do norte e oeste do Rio Grande do Sul, além de se espalharem por São Paulo e Goiás. Prevê-se que as temperaturas máximas ultrapassem os 37°C no oeste de São Paulo.

A partir de quinta-feira (09), o ar frio das madrugadas perderá força, e as noites mais quentes serão o destaque, principalmente em Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso. A maioria de São Paulo terá temperaturas mínimas acima de 20°C, com exceção das regiões oeste e norte do estado, onde as mínimas podem chegar a 22/24°C. Regiões como o Vale do Ribeira, Grande São Paulo, Vale do Paraíba e a maior parte do Rio de Janeiro também experimentarão máximas elevadas na quinta-feira.

Fim de semana promete ser escaldante em quase todas as regiões do país

O fim de semana promete ser escaldante em quase todas as regiões do país, com temperaturas podendo ultrapassar os 40°C em áreas de Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso, sul e oeste de Goiás, Triângulo Mineiro, interior de São Paulo, Vale do Ribeira, Grande Rio, região dos Lagos, região de Campos e extremo norte do Paraná.

Temperaturas continuarão a subir na próxima semana

As temperaturas continuarão a subir na próxima semana, atingindo seu pico na segunda-feira, 13 de novembro. Nesse dia, as temperaturas podem superar os 40°C também em Tocantins, Bahia, Piauí, Espírito Santo, leste de Minas Gerais e possivelmente em partes de Pernambuco e Rondônia. O calor persistirá na terça-feira, 14 de novembro, e na quarta-feira, 15 de novembro, feriado nacional.

O meteorologista Vinicius Lucyrio enfatiza:

“Estamos diante de uma onda de calor histórica, em um mês em que normalmente temos a umidade se espalhando novamente sobre o país, com chuvas generalizadas e abundantes, radiação solar mais intensa e dias mais longos. Potencialmente, podemos esperar recordes de temperatura para o mês de novembro em cidades como Palmas, Goiânia, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá e Campo Grande. É possível que essa onda de calor seja ainda mais intensa do que a registrada em setembro, tanto em termos de duração quanto de extensão.”

Fonte: ClimaTempo.

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