Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Revista

Antimicrobianos: tema estratégico ao setor – Está no ar a nova edição da Suinocultura Industrial

Resistência antimicrobiana é um tema estratégico para setor, que na verdade supera a discussão dentro do contexto de produção animal, exigindo esse tema um debate global, e multidisciplinar

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Antimicrobianos: tema estratégico ao setor – Está no ar a nova edição da Suinocultura Industrial

As restrições ao uso de antimicrobianos como aditivos em dietas de suínos e aves não é um tema novo. É discutido no meio científico e dentro das cadeias produtivas intensivas já há um bom tempo.

O foco central é o potencial desenvolvimento de bactérias multirresistentes a determinadas substâncias antimicrobianas, e o risco que isso representa para a saúde dos plantéis, e também em saúde pública. Tanto, que moléculas com aplicação em medicina humana foram totalmente banidas de seu uso nas criações animais.

Mas, é importante notar que o patamar da discussão mudou. Se antes havia um debate sobre ser possível produzir ou não sem o uso dos aditivos, hoje a retirada é dada como certa. O uso responsável e consciente é o foco central, com sua adoção apenas dentro de medidas terapêuticas. Claro, essa situação impõe uma série de novos desafios e soluções tecnológicas. O meio acadêmico com pesquisas e o mercado com alternativas variadas e viáveis tem demonstrado formas adequadas para suprir a aplicação dos antibióticos como aditivos nas formulações.

Ao mesmo tempo, leva o produtor a intensificar medidas de biosseguridade e de desinfecção e higienização nas propriedades. O principal aspecto passa a ser a prevenção, isso é o que tem direcionado todos os investimentos. Para uso na alimentação, novas soluções em aditivos, com diferentes composições e formas de ação, mas atuando no controle de microrganismos patogênicos entéricos, principalmente.

Esse é o novo cenário da produção, que se junta ao conceito One Health, no qual os aspectos de saúde animal, saúde humana e meio ambiente estão plenamente interligados. Sem essa visão não será possível construir uma atividade produtiva sustentável no futuro; e um futuro bem próximo, eu diria. Isso tudo é o que torna a questão da resistência antimicrobiana um tema estratégico para setor, que na verdade supera a discussão dentro do contexto de produção animal, exigindo esse tema um debate global, e multidisciplinar.

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