Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Melhorias

Comitiva reivindica agilidade em processos aduaneiros em Foz do Iguaçu

Na pauta das reuniões, a comitiva cobrou melhorias de serviços aduaneiros, principalmente agilidade nos processos de importação exigidos pelo Ministério da Agricultura e Receita Federal.

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Comitiva reivindica agilidade em processos aduaneiros em Foz do Iguaçu

O diretor-presidente da Lar Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues, integrou a comitiva, composta por empresários de Foz do Iguaçu e do Paraguai, que foi até Brasília (DF) no dia 06 de julho para uma série de reuniões com o objetivo de defender os interesses da tríplice fronteira e do agronegócio brasileiro. O grupo se encontrou com parlamentares do Governo Federal, entre eles, o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes e o Ministro da Economia, Paulo Guedes. 

Na pauta das reuniões, a comitiva cobrou melhorias de serviços aduaneiros, principalmente agilidade nos processos de importação exigidos pelo Ministério da Agricultura e Receita Federal.

comitiva

“Temos relatos de caminhões que chegaram a ficar 12 dias em filas na fronteira e isso gera uma insegurança para o produtor e o exportador paraguaio que não consegue precificar o custo logístico e consequentemente desiste de vender sua produção para o Brasil”, comentou Irineo ao citar o problema enfrentado na aduana em Foz do Iguaçu. 

A grande preocupação da comitiva é com a importação de milho do Paraguai, já que a produção brasileira não deve ser suficiente para atender o consumo interno neste momento, sendo o país vizinho o melhor fornecedor por conta de sua posição estratégica e preços praticados, que favorece a logística e reduz os custos para a compra dos grãos.

“Nossa produção de milho foi afetada por efeitos climáticos e ainda não se recuperou. O consumo interno está cada vez maior, só na avicultura nos próximos seis anos está previsto um crescimento de 41% e não é diferente nas demais atividades. Para atender essa demanda será preciso planejamento e mudanças e é isso que cobramos”, argumentou o dirigente da Lar Cooperativa. 

Comitiva 2

Em 2021, o Brasil importou milho da Argentina com preços elevados. Essa manobra para atender a demanda do consumo interno gerou aumento no custo de produção do frango e uma inflação repassada ao mercado, situações que Irineo defende que não precisam se repetir.

“Esperamos que essa lentidão que existe na fronteira seja resolvida pelo menos nesta safra e isso precisa ser feito de forma urgente”, finalizou o diretor-presidente.

O assunto debatido é de extremo interesse da indústria brasileira, pois além da importação de milho, o Brasil também é um grande exportador de insumos agropecuários para o Paraguai, sendo que grande parte desses produtos passam por Foz do Iguaçu. 

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