Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
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Nutrição

#TBT Agrimidia: “Níveis de proteína para frangos em crescimento e poedeiras” em 1987

Descubra a evolução das recomendações sobre níveis de proteína para poedeiras e frangas em crescimento em 1987

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#TBT Agrimidia: “Níveis de proteína para frangos em crescimento e poedeiras” em 1987

No #TBTAgrimidia de hoje, relembramos os debates nutricionais de 1987, publicados na edição n°930 da Avicultura Industrial. A definição dos níveis ideais de proteína para poedeiras e frangas em crescimento era um tema central, destacando a transição de recomendações universais para estratégias nutricionais personalizadas.

Pesquisas da época, como o estudo de Keshevarz, da Universidade de Cornell, analisaram diferentes programas alimentares para frangas Leghorn comerciais, evidenciando o impacto de variações nos níveis de proteína sobre o desenvolvimento corporal e a produção.

Esse cenário reforçou a importância de uma nutrição ajustada às necessidades de cada lote, equilibrando custos e desempenho produtivo. Um desafio que, décadas depois, ainda ecoa na busca por eficiência no setor avícola.

#TBT Agrimidia: “Níveis de proteína para frangos em crescimento e poedeiras” em 1987

Texto retirado dos arquivos:

Níveis de proteína para frangos em crescimento e poedeiras

A definição dos níveis ideais de proteína para poedeiras e frangas em crescimento continua sendo um tema de debate no setor avícola. Os fatores que influenciam essas decisões incluem o custo das rações (com altos níveis de proteína aumentando o preço por tonelada), a qualidade e peso das aves, os níveis de produção, o consumo de ração e os objetivos em relação ao tamanho dos ovos. A abordagem tradicional de recomendações universais para alimentação está sendo progressivamente substituída por estratégias que consideram as características e necessidades específicas de cada lote.

Estudos recentes reforçam a importância de avaliar as demandas nutricionais individuais e os impactos potenciais de diferentes programas alimentares. Uma pesquisa conduzida por Keshevarz, da Universidade de Cornell, fornece informações relevantes sobre o tema, utilizando frangas da linhagem Leghorn comercial em três diferentes programas de alimentação.

No primeiro programa, as aves receberam rações com 18% de proteína nas primeiras seis semanas, 15% entre a 6ª e a 14ª semana, e 12% de 14 a 20 semanas. O segundo programa utilizou 18% de proteína até a 6ª semana e 12% de 6 a 20 semanas. Já o terceiro programa apresentou 18% de proteína de 0 a 6 semanas, 12% de 6 a 18 semanas, e 15% nas semanas finais (18 a 20 semanas).

A principal diferença entre os programas dois e três estava na fase final, onde o terceiro grupo recebeu uma ração com 15% de proteína. Embora o estudo não tenha especificado o peso-alvo das aves por falta de detalhamento da linhagem, é possível deduzir que os diferentes níveis de proteína na dieta influenciam o desenvolvimento corporal e o desempenho produtivo das frangas.

Esses dados reforçam que uma nutrição personalizada, ajustada às necessidades específicas de cada lote, é essencial para otimizar o desempenho das aves e atender às exigências de qualidade do mercado. A busca por um equilíbrio entre custo e eficiência nutricional segue sendo um desafio central para os produtores.

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