Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Cobertura Influenza Aviária no Brasil

21 países mantém suspensão de exportação de carne de aves do Brasil

Saiba mais sobre a exportação de carne de aves e as suspensões internacionais impostas ao Brasil devido a um caso isolado de Influenza Aviária

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21 países mantém suspensão de exportação de carne de aves do Brasil

O Brasil vive um momento de atenção no setor de avicultura internacional, com 21 países mantendo suspensão total das importações de carne de aves brasileiras, em resposta a um caso isolado de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em granja comercial registrado no estado do Rio Grande do Sul. Outras 14 nações adotaram medidas restritas apenas ao território gaúcho, enquanto quatro países limitaram a suspensão ao município de Montenegro (RS).

Apesar das restrições, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destaca que o Brasil segue sem registros de Influenza Aviária em áreas comerciais. Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o foco registrado já foi descartado.

“Nós não temos influência aviária em áreas comerciais do Brasil nesse momento. Já estamos a mais de 14 dias do curso do prazo de desinfecção da granja afetada, que ocorreu em 22 de maio”, afirmou Santin em comunicado aos associados do setor.

Ele também anunciou recentemente a boa notícia de que o um dos casos sob investigação, localizado no município de Antagorda (RS), foi oficialmente descartado pelo Ministério da Agricultura como um episódio de alta patogenicidade. Com isso, o país mantém seu status de livre da doença em zonas de produção comercial, conforme protocolos internacionais.

Sinais de recuperação

O cenário internacional começa a apresentar sinais de retomada. De acordo com Santin, mais de 120 mercados continuam abertos ou já reabriram para as exportações brasileiras, incluindo importantes compradores como Japão, Reino Unido, Singapura, Hong Kong, Egito e Vietnã. “Alguns mercados optaram por regionalizar as restrições, restringindo importações ao raio de 10 km da granja afetada, ao município de Montenegro ou ao estado do Rio Grande do Sul, conforme as diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA)”, explicou.

Entre os países que indicam a possibilidade de retomar as importações estão Bolívia, Líbia, Namíbia e Peru. Ainda não houve comunicação oficial desses governos, mas importadores locais já sinalizam a intenção de normalizar as compras assim que o prazo sanitário de 28 dias for concluído.

Defesa sanitária eficiente

Santin elogiou a pronta resposta das autoridades brasileiras, destacando a atuação conjunta do Ministério da Agricultura e da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul. “Mostramos que a biosseguridade brasileira é forte e o sistema de defesa é robusto. O surto foi controlado de forma imediata, e as comunicações oficiais já foram enviadas ao mundo”, reforçou.

Impacto controlado no mercado interno

Mesmo com as suspensões, o impacto no mercado interno foi minimizado. A oferta de carne de frango no Brasil se manteve estável, apesar do aumento de 9,5% nas exportações nos dois últimos meses, o que chegou a reduzir momentaneamente a disponibilidade interna. A expectativa é de que o equilíbrio da cadeia produtiva seja mantido, com retomada gradual das exportações e estabilidade na oferta nacional.

“O pior momento da suspensão parece ter ficado para trás. A recuperação dos mercados está em curso, e o Brasil segue firme como o maior exportador mundial de carne de aves”, concluiu o presidente da ABPA.

Situação atual das suspensões de exportações de aves e produtos

Suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil  

(21 países): China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Índia, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão. 

Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul

(1 bloco + 13 países): União Econômica Euroasiática (UEE – Rússia, Bielorrússia, Armênia, Quirguistão) Arábia Saudita, Kuwait, Reino Unido, Angola, Turquia, Bahrein, Cuba, Montenegro, Namíbia, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia.   

Suspensão limitada ao município de Montenegro-RS

(4 países): Emirados Árabes Unidos, Japão, Catar e Jordânia.

Regionalização em negociação: 

21 países: União Europeia, Filipinas, África do Sul, Peru, Índia, China, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor Leste, Marrocos, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão.

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  • Milho - Indicador
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