Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 137,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 145,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,53 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,06 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,51 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,61 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,87 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,31 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 148,56 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,18 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.414,46 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.314,61 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 171,61 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 140,74 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 147,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 157,72 / cx
Destaque Todas Páginas
Comércio Internacional

Agronegócio brasileiro volta à mira de tarifas dos Estados Unidos e preocupa exportadores

Comércio com o Irã entra no radar de Washington e pode ampliar riscos para as exportações do agro brasileiro aos Estados Unidos

Compartilhar essa notícia
Agronegócio e comércio bilateral marcam Fórum Empresarial Brasil–Bolívia em São Paulo

Por que o agronegócio brasileiro voltou a preocupar os Estados Unidos? O setor entrou novamente no centro das tensões comerciais após sinalizações do governo norte-americano sobre a possibilidade de novas tarifas a países que mantêm relações comerciais com o Irã, cenário que acende o alerta entre produtores, exportadores e autoridades brasileiras.

O Brasil está entre os países observados por Washington devido ao volume de comércio mantido com o Irã, especialmente no agronegócio. Embora ainda não exista um ato formal detalhando a aplicação das eventuais tarifas, o anúncio elevou o grau de incerteza para exportadores brasileiros.

O país foi um dos principais fornecedores de produtos agrícolas ao mercado iraniano em 2025, com destaque para milho e soja, que concentraram a maior parte das exportações brasileiras para aquele destino. Dados do comércio exterior indicam que o milho respondeu por cerca de 67% dos embarques ao Irã, enquanto a soja representou parcela relevante da pauta exportadora, reforçando a exposição do setor a possíveis sanções comerciais indiretas.

Histórico de tarifas amplia preocupação

O atual cenário se soma ao chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos em 2025, quando o governo norte-americano elevou impostos de importação sobre produtos brasileiros, atingindo segmentos específicos do agronegócio, sob a justificativa de práticas comerciais consideradas desleais.

Apesar de revisões posteriores e da publicação de listas de exceção, parte da pauta do agro brasileiro permaneceu sujeita a tarifas, segundo avaliações de entidades representativas do setor. A manutenção dessas barreiras contribuiu para perda de competitividade e mudanças no fluxo comercial.

Especialistas apontam que produtos como café, suco de laranja e algumas proteínas animais, entre outros, figuram entre os mais sensíveis às medidas, em função do aumento de custos e da concorrência internacional.

Diversificação de mercados reduz impactos

Diante do ambiente mais restritivo no mercado norte-americano, exportadores brasileiros intensificaram a busca por novos destinos para a produção nacional. Países da Ásia, do Oriente Médio e da União Europeia ampliaram as compras de commodities brasileiras, como soja, milho e carnes, ainda que desafios logísticos e de demanda persistam.

Mesmo com a diversificação, dados do comércio exterior mostram que alguns segmentos registraram queda nas exportações ao longo de 2025, refletindo o efeito das barreiras tarifárias e do aumento das incertezas no comércio internacional.

Resposta brasileira e próximos passos

O governo federal e representantes do setor produtivo acompanham a situação de perto. Autoridades afirmam que avaliam os possíveis impactos das sinalizações feitas pelos Estados Unidos e estudam estratégias para mitigar riscos, ampliar mercados e fortalecer acordos comerciais com parceiros fora do eixo norte-americano.

Entidades do agronegócio também alertam que eventuais novas tarifas podem gerar efeitos inflacionários no mercado norte-americano, uma vez que o Brasil é fornecedor relevante de alimentos e matérias-primas agrícolas consumidas nos Estados Unidos.

Assuntos Relacionados
boletimAIboletimSIeconomiaexportaçãomercado
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,02
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 137,33
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 145,15
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,53
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,06
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,48
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,61
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 142,87
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,34
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 155,59
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 159,31
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,42
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,56
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,16
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,18
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.414,46
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.314,61
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 171,61
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 140,74
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 147,74
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 157,72
    cx

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328