Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresas

MSD nova gerente técnico comercial de poedeiras

Médica-veterinária atuará no fortalecimento de ações de sanidade e prevenção na produção de ovos

Compartilhar essa notícia
MSD nova gerente técnico comercial de poedeiras

A MSD Saúde Animal anuncia Bárbara Guzzon como nova gerente técnico comercial de poedeiras da unidade de negócio de Avicultura. Médica-veterinária e pós-graduada em Avicultura e Gestão de Pessoas, a profissional acumula experiência em diferentes etapas da cadeia avícola, incluindo produção, sanidade, biosseguridade, qualidade, diagnóstico laboratorial, gestão de equipes e atuação técnico-comercial.

Na nova posição, Bárbara terá como principal objetivo aproximar o conhecimento técnico da realidade dos produtores e das equipes que atuam na avicultura de postura. Sua atuação será orientada por decisões baseadas em dados, prevenção e compreensão dos desafios específicos de cada sistema produtivo.

“Minha expectativa é contribuir para uma avicultura de postura mais eficiente e preparada para os desafios sanitários. Quero estar ainda mais próxima dos produtores e das equipes técnicas, entendendo as necessidades do campo e transformando esse conhecimento em estratégias que apoiem a saúde, o bem-estar e o desempenho das aves”, afirma Bárbara.

A profissional também atuará na disseminação de boas práticas de sanidade, biosseguridade e monitoramento dos plantéis. Para ela, a prevenção deve ocupar posição central na gestão das granjas e envolver a integração entre pessoas, processos, instalações, manejo, vacinação, nutrição, bem-estar e acompanhamento dos indicadores produtivos.

Biosseguridade depende de barreiras integradas

Na avicultura, a biosseguridade funciona como um sistema contínuo de barreiras contra a entrada e a disseminação de agentes na granja. A proteção das instalações envolve a manutenção de telas, portas, cercas, telhados e demais estruturas, além de programas permanentes de monitoramento e controle de pragas e aves silvestres.

A manutenção da sanidade do plantel também está relacionada à qualidade da água, ao isolamento dos galpões e ao controle do trânsito de pessoas, veículos, equipamentos e materiais. Em unidades com lotes de diferentes idades e níveis de status sanitário, a definição e o cumprimento de fluxos internos ganham relevância, especialmente no deslocamento de equipes, ovos, resíduos e equipamentos entre os galpões.

“Na postura comercial, cada procedimento representa uma barreira. A troca adequada de calçados, a higienização das mãos e dos equipamentos, o respeito aos fluxos definidos e a manutenção e blindagem das estruturas precisam fazer parte da rotina. A equipe precisa compreender a razão de cada medida para que a biosseguridade seja incorporada à cultura da granja”, explica Bárbara.

Combinar capacitação, conscientização, supervisão, avaliação da execução dos procedimentos e prevenção é o caminho para promover e manter um bom status sanitário e, consequentemente, a qualidade dos ovos. “É imprescindível cuidar de todas as etapas e manter as boas práticas como parte da rotina”, afirma a gerente.

Ainda segundo a profissional, é de suma importância destacar que o potencial produtivo de ovos de uma ave é determinado ainda nas fases de cria e recria. “Todos os folículos que darão origem aos ovos ao longo da vida produtiva da ave são formados nesse período, tornando a etapa inicial um dos pilares fundamentais do sistema de produção. Dessa forma, o manejo adequado, a nutrição balanceada e as condições sanitárias durante a cria e recria são determinantes para o futuro desempenho produtivo do plantel.”

O monitoramento sistemático dos indicadores também contribui para a identificação precoce de alterações no plantel. Mudanças no consumo de água ou ração, aumento da mortalidade, queda na produção, alterações na qualidade da casca e comportamentos diferentes do padrão podem sinalizar a necessidade de investigação e de adoção de medidas de controle.

A MSD Saúde Animal atua em parceria com os produtores na prevenção, na avaliação de fatores de risco e na construção de estratégias de sanidade, vacinação, monitoramento e mitigação. Em situações que envolvem enfermidades de notificação obrigatória, a atuação da empresa ocorre de forma complementar e dentro de sua competência técnica, preservando as atribuições do Serviço Veterinário Oficial.

“A qualidade e a segurança dos ovos como alimento começam na granja e são resultado do trabalho integrado de toda a cadeia produtiva. Por meio da prevenção, da biosseguridade e da adoção de boas práticas de manejo, é possível assegurar a saúde das aves, a eficiência da produção e a obtenção de ovos seguros, nutritivos e de alta qualidade para o consumidor”, conclui Bárbara.

 

Fonte: MSD

Assuntos Relacionados
boletimAIEmpresas
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329