Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Energia Renovável

Especialista afirma que em 2050 mais da metade da eletricidade gerada no Brasil será solar e gratuita

De acordo com a EPE, em 2050 é possível que a energia solar seja predominante no país, reforçando o uso de uma “energia gratuita”

Especialista afirma que em 2050 mais da metade da eletricidade gerada no Brasil será solar e gratuita

De acordo com a Empresa de Pesquisa Elétrica, o custo e instalação de uma estrutura de geração de energia gratuita, pela energia solar, para as aplicações estacionárias no Brasil é de 1,5 bilhão de MWhs anuais. O mesmo vale para a mobilidade, onde seria preciso instalar 500 mil MWP em energia solar, para que a mobilidade tenha energia gratuita pelos próximos 20 anos. Diferente da energia voltada à mobilidade, que guarda eletricidade em baterias, a energia elétrica para aplicações estacionárias não possuem armazenagem imediata.

Aneel destaca que é consumido menos eletricidade do que o valor gerado.

De acordo com a Aneel, de cada 100 MWhs gerados, apenas 83 MWhs são consumidos ou faturados contra o sistema e o restante se caracteriza como perdas. O Brasil se encaixa no grupo de países com taxas de perda acima de 15%.

Sendo assim, partindo da premissa que o país poderia atingir um índice de perdas semelhante aos EUA, que é de 5%, teríamos 150 milhões de MWhs por ano adicionais para armazenagem ou consumo, o que resultaria em energia gratuita a partir da energia solar ou outras fontes.

Em 5 anos seriam cerca de R$ 150 bilhões passíveis para serem redirecionados e amortizados para realizar investimentos. Além da redução de perdas, o aumento da eficiência energética representa uma forma fácil para se obter energia gratuita sem a construção de usinas adicionais. A ideia é utilizar menos eletricidade, para fazer a mesma quantidade de trabalho.

Economia de 20% com usinas hidrelétricas.

No ranking da ACEEE, a Itália e Alemanha marcam 75,5 pontos, de um máximo possível de 100 pontos. Já o Brasil chega a apenas a marca de 35 pontos. Um esforço coletivo que possa trazer ao país uma eficiência parecida com a dos EUA, representaria uma eletricidade adicional de energia solar equivalente a 10%.

Para este trabalho de otimização na rede de eletricidade, a repotenciação das 200 usinas permitiria uma economia de 20%, o que seria de 1,2 a 1,5 bilhão de MWhs por ano, consumidos, com consequente aumento de energia gratuita em nossa “bateria”.

Desse total, cerca de 40% são consumidos diariamente e podem ser utilizados sincronicamente durante a geração de energia solar no valor de implantação de R$ 660 bilhões. Atualmente, o consumidor brasileiro já paga algo em torno de R$ 100 bilhões anuais pela eletricidade. Logo em 6 anos e meio seria possível ter o investimento amortizado.

Como ficaria os 60% quando não há energia solar?

Levando em conta o trabalho para que o sistema de transmissão fosse otimizado, 60% da energia consumida no país equivale a 720 milhões de MWhs anuais. A energia média acumulada nos reservatórios hidrelétricos é de aproximadamente 520 milhões de MWhs, por ano.

A otimização proposta traria uma disponibilidade de armazenagem de energia mais do que suficiente para que os 200 milhões de MWhs, por ano, precisos para o funcionamento seguro do sistema fossem cobertos.  

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