Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Já está disponível a edição 1313 da Avicultura Industrial

Salmonellas paratíficas estão entre os principais agentes em casos de toxinfecções alimentares em humanos, dentro de ocorrências registradas em todo o mundo.

Já está disponível a edição 1313 da Avicultura Industrial

Os registros de casos das Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) têm crescido, elevando a preocupação de autoridades de saúde e colocando a pauta segurança dos alimentos no topo das discussões globais.

S. Enteritidis e S. Typhimurium são os dois sorovares de maior preocupação atualmente em casos de infecções em pessoas, embora outros como a S. Heidelberg seja hoje também um foco de atenção. Nos últimos anos, o mercado internacional – especialmente o europeu – se tornou mais exigente em relação a inocuidade dos produtos avícolas em relação à presença deste agente patogênico.

O Brasil, sendo o principal exportador mundial de frango, tem adotado uma série de medidas, seja via legislações ou investimentos do setor privado, visando o controle de Salmonellas paratíficas ao longo da cadeia produtiva de aves e ovos. O tema tem sido encarado de frente e foco de discussões no meio científico avícola, com a participação das agroindústrias.

A detecção de carregamentos fora dos parâmetros determinados (ou até zerados, dependendo do sorovar) normalmente acarreta em enormes prejuízos aos exportadores do país, com a retenção de contêineres ou devolução de toda a carga, fora o impacto sobre a imagem do produto do país.

A avicultura brasileira tem investido bastante em soluções vacinais como forma de controlar este patógeno. Mas, embora eficiente, o uso de vacinas tem de ser acompanhado de uma série de medidas de biosseguridade nas granjas, além de cuidados estabelecidos ao longo de toda a cadeia produtiva.

Neste aspecto, o país tem se destacado. Pesquisas relacionadas à saúde intestinal estão em andamento, além de novos produtos chegado ao mercado. Matéria desta edição retrata um pouco do desafio de controle deste agente, assim como algumas soluções já disponíveis e que recentemente chegaram ao mercado brasileiro. Confira.

Uma boa leitura!

Humberto Luis Marques

Editor Avicultura Industrial

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