Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Mobilidade

Infraestrutura para veículos elétricos: por que ter e o que é necessário saber para investir na tecnologia

No Brasil, segundo a Anfavea, até outubro de 2019, foram vendidos 7,43 mil modelos com a tecnologia, número maior que em todo o ano de 2018

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Infraestrutura para veículos elétricos: por que ter e o que é necessário saber para investir na tecnologia

Os veículos elétricos são a bola da vez quando o assunto é mobilidade. Aqui no Brasil, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até outubro de 2019, foram vendidos 7,43 mil modelos com a tecnologia, número maior que em todo o ano de 2018, que foi de 3,97 mil. Ou seja, trata-se de um nicho com alto potencial de crescimento e oportunidades, podendo dizer, sem dúvida, que os veículos elétricos serão maioria nas ruas em um futuro próximo, não só pelo avanço tecnológico, mas porque são fundamentais na mudança necessária para diminuir o impacto ambiental no planeta.

Por isso, torna-se imprescindível que a infraestrutura também acompanhe esse movimento, muitas vezes até se “adiantando” ao aumento da frota de veículos. Segundo Raphael Pintão, sócio-diretor da NeoCharge, empresa pioneira em infraestrutura para veículos elétricos, depois de casa, os principais pontos de recarga são o trabalho, centros comerciais e supermercados, já que se passa algumas ou várias horas do dia nesses locais e é sempre conveniente contar com uma carga adicional nas baterias. “Disponibilizar carregadores aos clientes, parceiros e colaboradores é uma oportunidade que as empresas, que pensam no futuro, têm de engajá-los em prol de iniciativas que visam a economia de recursos naturais”, diz Pintão.

A empresa que ele dirige atende, além dos proprietários de veículos elétricos que desejam ter um carregador em casa, construtoras que se preocupam com a questão desde o projeto, condomínios que desejam acrescentar a tecnologia para atender melhor os moradores, escritórios, coworkings e empresas que querem oferecer essa facilidade aos colaboradores, além de estacionamentos, redes de franquias, shopping centers, supermercados e afins, que buscam um diferencial para atrair os clientes, que podem carregar os veículos enquanto utilizam os serviços.

O que preciso saber para investir em infraestrutura para VE no meu estabelecimento? Confira abaixo alguns pontos importantes:

Tipos de estação de recarga:

Existem diferentes tipos de carregador com potência e aplicações específicas. Veja abaixo alguns dos mais comuns. 

  1. Residencial – direto na tomada – 2.3W.CA – Portátil – R$2.500,00
  2. Residencial Wallbox – 3-22kW. CA – (ideal para uso doméstico) – R$7.000,00
  3. Comercial – Toten – 3-22kW. CA (ideal para ambiente de trabalho, conveniências, restaurantes, mercados, etc.) – R$20.000
  4. Carga Rápida – Fast Charger – 50-100kW. CC (ideal para estações públicas e estradas) – R$150.000,00

Há também normas e padrões em alguns países, que determinam o nível de proteção e a velocidade de carga. Veja abaixo os padrões europeus definidos na IEC 62196:

  • Modo 1: Carregamento do carro direto na tomada residencial (proibido nos EUA)
  • Modo 2: Carregamento direto na tomada através de dispositivo de carga. O dispositivo faz a comunicação e o monitoramento da carga
  • Modo 3: O carregamento é feito através de uma estação de recarga que incorpora a comunicação e o monitoramento da carga. A estação é alimentada pelo quadro de energia e não pela tomada. 
  • Modo 4: Carga rápida direto em Corrente Contínua (CC). A estação de recarga faz a comunicação e o monitoramento da carga e possui um cabo dedicado com padrão específico de conexão CC com o veículo.

Tempo de carga

O tempo da carga depende basicamente de três fatores: a capacidade total da bateria, o estado de carga inicial e a velocidade de carregamento. A velocidade de carregamento, por sua vez, depende da estação de recarga e do veículo, prevalecendo a menor velocidade entre as duas.

A tabela abaixo mostra alguns parâmetros de carregamento em função da potência da estação de recarga:

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Atualmente, existem também carregadores ultrarrápidos de 100, 120 e até 350kW de potência, que podem carregar um veículo em poucos minutos.

Atualmente, a Tesla e, principalmente, os fabricantes Japoneses e os Alemães utilizam diferentes padrões de conectores e protocolos de comunicação para o carregamento de seus veículos elétricos.

Os fabricantes cujo padrão tiver supremacia sobre os demais terá uma grande vantagem competitiva ao estabelecer uma rede de recarga, mais extensa e atrativa para os consumidores. 

Veja abaixo os padrões mais utilizados atualmente:

pa

Segundo Pintão, uma outra possibilidade para quem possui um veículo elétrico é se tornar independente e produzir a própria energia. Para isso, basta instalar painéis solares e gerar energia limpa, renovável e, na maioria dos casos, mais barata que a energia da rede pública. “Os carros elétricos, sozinhos, já emitem menos CO2 que um carro a combustão, mesmo se consideradas as emissões das usinas que produzem a energia consumida”, explica o sócio-diretor da NeoCharge. “Além disso, eles contribuem para reduzir a concentração das emissões nas grandes cidades. Quando associados à geração de energia solar as emissões podem chegar muito próximo de zero, potencializando seus benefícios”, acrescenta.

Além da questão ambiental, a geração distribuída através de painéis fotovoltaicos é financeiramente atrativa e promove a independência energética, já que se passa a gerar toda energia consumida pelo veículo. 

Fazendo as contas: quantos painéis solares são necessários para abastecer um veículo elétrico?

A resposta depende do regime de uso do veículo, da radiação solar no local e da eficiência dos painéis. A tabela abaixo mostra três exemplos que ajudam a esclarecer melhor essa matemática:

A

 

“Em outras palavras, com algo entre dois e cinco painéis solares é possível fornecer toda a energia consumida por um veículo elétrico ao longo de sua vida. Lembrando que os painéis duram 30 ou 40 anos, então é possível trocar de carro muitas vezes e continuar usando a mesma fonte de energia”, explica Pintão. 

Soluções no mercado 

No mercado, há empresas que comercializam os carregadores e acessórios; projetam, instalam e fazem os serviços de manutenção. Há também as que oferecem serviços de gestão e operação dos pontos, a exemplo das soluções de pagamentos para o eletroposto. No Caso da Neocharge, além de todas essas soluções, a empresa também oferece modelos de negócio e cooperação em mobilidade urbana para os que querem tirar um projeto do papel e também cursos para quem deseja se profissionalizar na área. 

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  • Milho - Indicador
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