Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,42 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx
Segurança Alimentar

Estudo aponta que Brasil é o que mais se destaca em qualidade e segurança dos alimentos na America Latina

Índice que avalia a segurança alimentar de 113 países foi desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit (EIU) e patrocinado pela Corteva Agriscience

Estudo aponta que Brasil é o que mais se destaca em qualidade e segurança dos alimentos na America Latina

A Corteva Agriscience patrocina a mais recente edição do Índice Global de Segurança Alimentar (Global Food Security Index – GFSI, em inglês), que examina o estado dos sistemas alimentares de 113 países, incluindo o Brasil. O estudo foi desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit (EIU) e apresenta uma análise sobre como as regiões estão em relação à segurança alimentar considerando três categorias: Acesso, Disponibilidade e Qualidade & Segurança dos alimentos. O estudo também considera um quarto fator, classificado pela equipe do EIU como Fator de Risco e que avalia a resiliência dos países em relação às mudanças climáticas e disponibilidade de recursos naturais.

A segurança alimentar é definida como o estado em que as pessoas têm acesso físico, social e econômico a alimentos suficientes e nutritivos que atendam às suas necessidades alimentares para uma vida saudável e ativa. Essa definição é internacionalmente aceita e foi estabelecida na Cúpula Mundial da Alimentação de 1996.

Entre os países da região da América do Sul e Central, o Brasil é o quarto colocado no ranking, empatado com a Costa Rica. No índice geral, com os 113 países de cinco continentes, o país ocupa a trigésima nona posição.

O Brasil se destaca em Qualidade & Segurança Alimentar, ocupando a primeira posição na região, resultado da melhoria na qualidade da produção local e atualização das diretrizes e estratégias nutricionais. Entre os critérios avaliados nesta categoria, o Brasil obteve nota máxima (escala de 0 a 100) nos quesitos: Presença e qualidade de programas de rede de segurança alimentar, Acesso a financiamento para agricultores e Padrões nutricionais. Mesmo diante dos desafios que o Brasil enfrenta com questões de financiamento agrícola, o país ocupa uma posição de destaque quando comparado com os demais países da América do Sul e Central.

Cinco principais países da região da América Central e do SulPontuação de segurança alimentar (até 100)
 
1. Chile75.5
2. Uruguai72.8
3. Argentina70.8
4. Brasil70.1
4. Costa Rica70.1

Risco crescente de desastres relacionados ao clima

O relatório também revelou que a América do Sul e Central está exposta a riscos climáticos, como aumento de temperatura e severidade das tempestades, que podem comprometer a segurança alimentar em toda a região, principalmente nos países insulares da América Central e do Caribe. Essa ameaça é ainda maior pelo progresso limitado da região no desenvolvimento de medidas de alerta precoce ou no investimento em práticas agrícolas inteligentes em termos climáticos.

Acesso e disponibilidade 

Apesar dos programas de segurança alimentar estabelecidos em toda a região, o acesso aos alimentos está ameaçado pelo aumento dos preços entre os países pesquisados da América do Sul e Central. Infraestrutura rodoviária também é um problema, dificultando o transporte eficiente de alimentos, particularmente nas áreas rurais. Ao investir na qualidade das estradas, os países podem melhorar as cadeias de suprimento e garantir disponibilidade de alimentos de forma consistente.  

Disparidade significativa em variedade, qualidade nutricional e segurança dos alimentos

Os governos da América do Sul e Central demonstram um forte compromisso com a melhoria dos níveis de nutrição, com a maioria dos países atualizando diretrizes e estratégias nutricionais recentemente. O Brasil ocupa uma posição de destaque nesse pilar, sendo o país com a nota mais alta da região.

No entanto, países de baixa e média renda, como Haiti e Bolívia, têm níveis mais baixos de diversidade alimentar, disponibilidade de micronutrientes e acesso a eletricidade e água potável. Investimentos como subsídios a frutas e legumes ou programas para aumentar a disponibilidade de suplementos nesses países podem, assim, ajudar a aumentar o consumo de micronutrientes críticos.

Índice Global de Segurança Alimentar

O GFSI (sigla em inglês) é uma avaliação abrangente do estado da segurança alimentar global desenvolvida pela Economist Intelligence Unit (EIU), apoiada pela Corteva Agriscience. O Índice, divulgado anualmente, fornece uma estrutura comum para entender as principais causas da insegurança alimentar – o estado de estar sem acesso a alimentos suficientes, seguros e nutritivos para manter uma vida saudável e ativa – usando um modelo dinâmico de avaliação quantitativa e qualitativa. Ele examina as mudanças no ambiente global e nos sistemas alimentares de 113 países, comparando-os com os três principais pilares – acessibilidade, disponibilidade, qualidade e um quarto fator de ajuste, recursos naturais e resiliência. Agora em sua 8ª edição, o GFSI se tornou uma referência política para os governos, uma ferramenta de pesquisa para a academia e uma ferramenta de diagnóstico do país para o setor privado em investimentos.

Os cinco relatórios regionais do GFSI 2019 incluíram Ásia-Pacífico, África (incluindo a África Subsaariana e Norte da África) e Oriente Médio, América Central e do Sul, Europa e América do Norte.

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Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,45
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,17
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 125,93
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,81
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,27
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,18
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,42
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,60
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 156,52
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,22
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 178,89
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,58
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,80
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,34
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,36
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.339,61
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.227,34
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 180,12
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 152,10
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 165,67
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 179,88
    cx

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