Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Mercado

Consultoria projeta aumento na exportação de proteína suína e estabilidade na de frango

Os embarques de carne suína ao mercado externo podem ser 27,3% maiores, já os de frango devem ficar estáveis

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Consultoria projeta aumento na exportação de proteína suína e estabilidade na de frango

As exportações brasileiras de carne bovina e suína devem continuar crescendo em 2020, enquanto o volume de embarques de carne de frango deve registrar uma estabilidade na comparação com o ano passado. As projeções foram feitas com base na análise das séries históricas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e constam em relatório publicado pela consultoria Bateleur.

As estimativas apontam para um crescimento de 7,14% nas exportações de carne bovina brasileira neste ano, o que equivale a 1,69 milhão de toneladas. Enquanto isso, os embarques de carne suína ao mercado externo podem ser 27,3% maiores do que no ano anterior, somando um total de 836,6 mil toneladas. No caso específico dos suínos, analistas esperam que até o fim do ano as taxas de crescimento não sejam tão altas quanto as observadas no início de 2020.

Já para a carne avícola, a perspectiva é de maior estabilidade, com um volume de 3,99 milhões de toneladas embarcadas. “Em um cenário mais otimista, pode haver crescimento de até 2,64% e, em um contexto mais pessimista, queda de 2,62% em relação ao volume de 2019”, acrescenta o documento.

A demanda do mercado externo continua aquecida, o que, somada à desvalorização da moeda brasileira, favorece a comercialização de produtos brasileiros no mercado internacional. Nesse sentido, parte importante da análise é a China, que já era um dos maiores importadores dos três tipos de carnes brasileiras, mas passou a comprar volumes ainda maiores a partir de janeiro. Entretanto, analistas da consultoria destacam que as recentes suspensões do país asiático a frigoríficos do Brasil elevam as preocupações das indústrias habilitadas para exportação.

Em relação ao mercado interno, a Bateleur comenta que o consumo de proteínas mais baratas, como frango, passou a ser a melhor opção em meio à crise econômica instaurada em função da covid-19. Por outro lado, as carnes bovina e suína acabaram passando por um momento de maior queda na demanda doméstica.

Para o especialista Ernani Carvalho, responsável pela análise, a pandemia do coronavírus elevou as preocupações a respeito da qualidade e segurança alimentar, o que deve levar o mercado de proteína animal a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. “Deveremos ver uma maior preocupação global voltada a garantir a oferta de alimentos em um momento em que problemas de ordem econômica podem afetar a dinâmica das cadeias de suprimento e diminuir o nível de renda da população. Além disso, os padrões de segurança e sanidade do alimento serão o novo foco”, diz ele no relatório.

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