Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Agronegócio

‘Quem quer sair do Acordo de Paris é porque nunca exportou’, diz diretor da Abag

Para ele, uma eventual saída do acordo climático pode prejudicar o País em negociações.

‘Quem quer sair do Acordo de Paris é porque nunca exportou’, diz diretor da Abag

A saída do Brasil do Acordo de Paris, conforme cogitado pelo governo Jair Bolsonaro, será negativa para o País e para o agronegócio brasileiro. Essa é a avaliação do diretor-executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), o engenheiro agrônomo Luiz Cornacchioni, que se preocupa com a possibilidade. “Quem quer sair do Acordo de Paris é porque nunca exportou nada”, disse ao jornal “O Estado de S. Paulo”. Em 2018, o setor exportou mais de US$ 100 bilhões.

“Em muitas questões, não é preciso apenas ser sustentável. Porque nós somos, mas é preciso mostrar também”, afirma. “Muitas vezes, a gente perde negócios por causa da imagem.” O País assinou o acordo em abril de 2016, o Congresso Nacional aprovou e, então, tornou-se vigente na lei nacional.

Para ele, uma eventual saída do acordo climático, que estabeleceu a meta de limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5ºC, até 2100, pode prejudicar o País em negociações. “Se tirarmos a sustentabilidade da equação, ela não fecha.”

Segundo Cornacchioni, a Abag e entidades como a Apex-Brasil, a Sociedade Rural Brasileira e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) têm promovido iniciativas no exterior para mostrar casos de sucesso do agronegócio brasileiro, como a produção de biocombustíveis e projetos de pecuária sustentável. “Com resultados práticos, estamos quebrando alguns paradigmas e desmistificando preconceitos.”

Cornacchioni defendeu, ainda, a necessidade de o Brasil respeitar as questões ambientais e as certificações internacionais. “Isso não afeta em nada nossa soberania e mostra disposição. Temos a oportunidade de ser protagonistas no agronegócio e ser relevantes nessas discussões.”

Ministro diz que Brasil deveria permanecer

Nesta sexta-feira, 11, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o Brasil deveria se manter no Acordo de Paris e disse acreditar que o País vai continuar como signatário do documento.

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