Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Uso do etanol gera economia milionária na saúde pública brasileira

Estimativa mostra que frota com gasolina aumenta número de pacientes com problemas respiratórios e o consequente gasto do Estado na área da saúde

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Uso do etanol gera economia milionária na saúde pública brasileira

Na hora de abastecer seu carro saiba que não é apenas a economia financeira que conta a favor do etanol: levantamento recente da Universidade de São Paulo (USP) mostra que se o país tivesse uma frota de veículos movida exclusivamente a gasolina, o governo gastaria um adicional de aproximadamente R$ 400 milhões por ano em despesas com saúde pública. Se a frota fosse apenas de veículos utilizando gasolina aditivada, com 25% de etanol anidro (sem o etanol hidratado utilizado nos carros flex), esse adicional ultrapassaria R$ 250 milhões por ano.

Dados levantados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) reforçam que o uso do etanol pode colaborar com a redução do custo da saúde pública, principalmente nas regiões metropolitanas do País. Segundo a instituição, o etanol reduz em até 90% a emissão de gases de efeito estufa na comparação com a gasolina e 80% com o diesel. Isso porque a cana-de-açúcar, matéria-prima do etanol, ajuda na reabsorção dos gases – principalmente o CO2, considerado um dos mais nocivos para o corpo humano – e libera oxigênio por meio da fotossíntese.

A queima do etanol emite, em média, 25% menos monóxido de carbono e 35% menos óxido de nitrogênio do que a gasolina. Entre os males que estes gases causam para a saúde humana, destacam-se as doenças respiratórias, como asma e bronquite, que lotam hospitais e prontos-socorros em todo País.

Na visão do consultor de Tecnologia e Emissões da UNICA, Alfred Szwarc, a questão da saúde pública é mais um motivo para o Brasil se esforçar em substituir combustíveis fósseis por renováveis. “O etanol é a melhor solução para o desafio de descarbonizar o segmento automotivo”, avalia.

Etanol pode render mais do que se imagina

Os testes realizados em laboratório até hoje mostram que o litro do álcool rende 70%, em média, do litro da gasolina. Porém, um novo estudo do Mauá, feito em parceria com a UNICA, aponta que esta média pode variar de 70,7% e 75,4%, uma diferença considerável no bolso do consumidor. Importante que o motorista calcule a relação entre etanol e gasolina que efetivamente obtém em condições reais de uso para saber qual a melhor opção ao seu caso, pois existem vários fatores que influenciam o consumo, como o tipo de carro, o estilo de dirigir, uso do ar-condicionado, números de pisadas no acelerador, etc.

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