Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Acordo

Mapa, Ibama e Anvisa fizeram um acordo para reduzir a burocracia para liberação de defensivos e, consequentemente, beneficiar o agricultor

Preço dos agroquímicos se eleva por falta de competitividade, o que gera altos custos na produção. Daí a necessidade de se aumentar a oferta desses produtos no mercado e fornecer aos agricultores defensivos para culturas com suporte fitossanitário insuficiente, os chamados “minor crops”.

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Mapa, Ibama e Anvisa fizeram um acordo para reduzir a burocracia para liberação de defensivos e, consequentemente, beneficiar o agricultor

O produtor rural que precisa usar defensivos na lavoura passa por um processo burocrático lento e cansativo. Muitas vezes, os cultivos precisam de medidas imediatas (ataque de pragas), que atrasam pela morosidade do processo de registro para liberação do uso de agroquímicos. Além disso, o produtor rural conta com poucas marcas no mercado devido à centralização destas em poucas indústrias.

Como resultado, o preço dos agroquímicos se eleva por falta de competitividade, o que gera altos custos na produção. Daí a necessidade de se aumentar a oferta desses produtos no mercado e fornecer aos agricultores defensivos para culturas com suporte fitossanitário insuficiente, os chamados “minor crops”.

Felizmente, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fizeram um acordo para reduzir a burocracia no registro de defensivos e, consequentemente, beneficiar o agricultor.

O acordo foi divulgado pelo Governo Federal, na segunda quinzena de fevereiro (22/02/16), apresentando medidas para liberação de defensivos agrícolas, com menos burocracia e mais rapidez, por parte dos responsáveis pelo uso de agroquímicos no país (Mapa, Ibama e Anvisa).
O tratado entre Mapa, Ibama e Anvisa será firmado neste mês de março, com apoio técnico do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Este disponibilizará aos três órgãos mão de obra para potencializar todo o processo de registro.

É bom ressaltar que a falta de funcionários para proceder ao registro de defensivos é um dos principais fatores que tornam o processo lento. Alguns processos esperam quase 10 anos para análise, um sério entrave para muitos produtores rurais.

Graças à reivindicação da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, a desburocratização do trabalho dos três órgãos tornará o processo mais dinâmico e ágil.

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