Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Tecnologia

Software do registro genealógico chega a Santa Catarina e Paraná

Operante em 29 granjas reprodutoras o sistema é mais ágil, confiável e seguro.

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Software do registro genealógico chega a Santa Catarina e Paraná

O software do Serviço de Registro Genealógico de Suínos do Brasil (SRGS), lançado em 2013 e implantado inicialmente no centro-oeste e sudeste, agora também opera em granjas de reprodutores do Paraná e Santa Catarina desde os meses de março e abril.
O sistema, administrado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) com autorização do MAPA, é gratuito e um dos mais modernos do mundo. Ele garante níveis ainda mais altos de segurança, confiabilidade e agilidade aos suinocultores brasileiros.
O sistema eletrônico já está em funcionamento em 29 granjas multiplicadoras em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina e, até o final deste ano, a expectativa é avançar para outros estados e unidades reprodutoras. Com isso, todas estas granjas do SGRS funcionarão em um sistema com base de dados unificada, indicadores mais completos, on-line, auditáveis e de baixo custo de operação.
Segundo o diretor executivo da ABCS, Nilo de Sá, ao exigir o registro genealógico dos reprodutores, o suinocultor tem a garantia que receberá um animal com alto potencial genético e que atende as normativas definidas pelo MAPA, o que é fundamental para alavancar a eficiência produtiva e reprodutiva da granja. O novo sistema vem ao encontro de várias solicitações de produtores, que é melhoria do processo operacional de emissão.
“Além da emissão on-line do certificado, o novo sistema comunica-se com o programa de gerenciamento das granjas, reduzindo um trabalho extremamente operacional de lançamento de dados”.
A Schoeler Suínos, uma das referências em reprodução de suínos no Brasil, é uma das granjas que já adotaram o novo sistema em unidades de Santa Catarina e no Paraná. O diretor da empresa, Diego Schoeler, elogia a iniciativa da ABCS e o novo sistema.
“É importante quando a tecnologia que chega ao campo auxilia o produtor, e para nós da Schoeler Suínos, tudo o que contribui para a suinocultura, sempre nos torna mais fortes”, comenta.

Garantia
O Superintendente Nacional do Registro Genealógico, Valmir Rosa, explica que o Brasil possui cerca de 100 granjas de reprodutores e o objetivo é contar com o sistema em todas.
“Santa Catarina e Paraná concentram as principais granjas de reprodução genética e, também, o maior volume de granjas independentes. A perspectivas dos próximos meses é completarmos as grandes e as pequenas unidades destes estados”, prevê.
Segundo Valmir, a ABCS opera atualmente com os dois sistemas, manual e digital, mas o novo deve ser o padrão em breve. “Fomos muito criteriosos para definir o novo sistema e agora acreditamos que ele será adotado rapidamente por todas as granjas. Já está consolidado em vários estados”, analisa.
Valmir também destacou a importância de os suinocultores comprarem apenas animais certificados devido a garantias oferecidas pelo SRGS. “Se o cliente compra um animal certificado pela ABCS e o animal apresenta características fora do padrão, a responsabilidade é da empresa que vendeu. Deste modo, ela é obrigada a trocar e ainda corre o risco de ser descredenciada”, explica.
Ele também ressalta a segurança sanitária trazida pelo certificado SRGS graças ao aval sanitário do MAPA, que pode ser básico ou mais completo de acordo com as exigências dos clientes. “O serviço traz também o certificado sanitário do Ministério que garante inexistência de cinco ou seis das principais doenças na suinocultura. Mas também existe a opção de um atestado ainda mais completo, de acordo com a demanda do produtor”, finaliza.

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