Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Veja dicas para diminuir o desperdício de luz após o aumento na tarifa

Em meio a aumento de até 45% nas faturas, população se vê obrigada a reduzir gastos.

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Veja dicas para diminuir o desperdício de luz após o aumento na tarifa

Não fosse por um enérgico combate ao desperdício, Sérgio Paludo teria levado um susto ao abrir a conta de luz de maio. O consumo na casa do morador de Canoas, na Região Metropolitana, caiu quase 40% em relação a um ano atrás, mas a fatura ficou mais cara: passou de R$ 127,58 para R$ 134,93. A conta abarcou o vultoso aumento de 45% na tarifa para clientes da AES Sul, e – o golpe de misericórdia – mais R$ 5,50 na bandeira tarifária (taxa para compensar as geradoras por acionar termelétricas quando reservatórios de água estão em baixa).

– Quando as tarifas dispararam, no início do ano, chamei os (três) filhos e disse: se não economizarmos com luz, vamos ter de cortar em outras coisas,como lazer. Todos pegaram junto – lembra Paludo.

A família do consultor de empresas adotou como hábito tirar os eletrônicos da tomada quando estiverem fora de uso e se desfez de um freezer que era pouco aproveitado. Agora, carnes e congelados ficam na geladeira.

Passado o verão – e o inevitável gasto com ar condicionado –, os gaúchos começam a tomar pé de como o tarifaço pesará no dia a dia. A AES teve um dos maiores reajustes do Brasil, mas outras prestadoras que atuam no Estado não ficaram muito para trás.

– O custo da energia disparou porque chove pouco no Sudeste desde o ano passado, e as geradoras que captavam energia de fontes hídricas precisam acionar termelétricas, que são mais caras. Além disso, as pessoas nunca tiveram tantos eletrodomésticos em casa, o que pressiona o consumo de energia em um momento de escassez – explica Odilon Duarte, professor do curso de Engenharia Elétrica da PUCRS.

A boa notícia, acrescenta, é que este último verão foi mais ameno do que os anteriores, com menos dias de calor escaldante. E, com eletrodomésticos mais econômicos e pequenas mudanças de hábito no cotidiano, como fez Paludo, também é possível amortecer o golpe nos meses frios.

– O consumidor está cada vez mais atento à economia doméstica e a questões ambientais. A compra de um re-frigerador mais econômico em relação a outro que utiliza mais energia, por exemplo, pode reduzir o gasto com esse aparelho em mais de 18% – exemplifica Guilherme Soares, diretor de Serviços, Qualidade e Atendimento ao Consumidor da Whirlpool Latin America, detentora das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid.

Clique e veja mais dicas de como reduzir o consumo

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