Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,81 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,71 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,70 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,63 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 151,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,71 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.574,15 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.459,99 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 135,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Sanidade

Abrafrigo é contra o fim da vacinação contra aftosa no Paraná

Governo do Paraná já fez o pedido formal ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para iniciar o processo para obter o reconhecimento.

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Abrafrigo é contra o fim da vacinação contra aftosa no Paraná

Em apoio a pelo menos 20 entidades ligadas a pecuária paranaense, entre elas as Sociedades Rurais de Londrina, Maringá, Paranavaí e Umuarama e de dezenas de associações de criadores, o Conselho de Administração da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) está se posicionando em contrário ao pedido feito ao Mapa pelo Paraná para que o estado seja reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação.

O Governo do Paraná já fez o pedido formal ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para iniciar o processo para obter o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2017. Segundo a entidade, a ABRAFRIGO não é contra o fim da vacinação desde que isso seja feito em bloco, com os demais estados com os quais o Paraná faz fronteira, como Mato Grosso do Sul e São Paulo que fazem a vacinação e onde há um expressivo intercâmbio econômico fundamental para o desenvolvimento da pecuária paranaense.

Em 10 de junho foi realizada em Curitiba a segunda audiência pública para dar sequência a solicitação. A ABRAFRIGO subscreveu um documento está sendo encaminhado ao Governo do Estado solicitando que o Paraná caminhe em bloco com outros estados na questão da vacinação para depois formalizar o processo junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).  Isso porque o plano nacional de erradicação da febre aftosa no País prevê o fechamento das fronteiras do Paraná com Mato Grosso do Sul e São Paulo, considerados área livre de febre aftosa com vacinação e, com isso, não poderá haver circulação do transporte de animais e produtos de origem animal vindos de outros Estados. “A pecuária paranaense que já é pequena, vem diminuindo e não possui escala de abate, o que levou aos frigoríficos como o JBS e a Mafrig a saírem do estado.

Ela adquire quase todos os animais de engorda em outros locais e, com o fim da vacinação, vai ficar menor ainda se tornando inexpressiva”, argumenta a ABRAFRIGO. Para a entidade. Nem as vantagens econômicas deste processo estão muito claras. “Santa Catarina já é área livre de aftosa sem vacinação há oito anos e os resultados econômicos até agora são semelhantes aos dos estados com vacinação no preço médio e na quantidade dos produtos exportados como os de suínos.

Em 2007 o estado exportava 189 mil toneladas e isso inclusive caiu para 182 mil toneladas em 2014. O preço médio obtido era de US$ 1.747 por tonelada que subiu para US$ 3.232 atualmente, algo não muito diferente do Paraná cujo preço médio hoje é de US$ 3.090 por tonelada”.

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