Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Clima e farelo derrubam preço da soja

Chuvas na Argentina e rumor de que China busca produto no Brasil fizeram a oleaginosa cair na bolsa de Chicago.

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Clima e farelo derrubam preço da soja

A combinação entre a melhora do clima na Argentina e a expressiva queda nos preços do farelo de soja empurrou a oleaginosa ladeira abaixo na bolsa de Chicago ontem. Os contratos de soja em grão para maio encerraram a sessão passada em forte queda de 2,6% (33,25 centavos), a US$ 12,64 por bushel. Também em Chicago, os contratos de farelo para o mesmo vencimento recuaram mais de 4%.

Conforme Stefan Tomkiw, analista do Jefferies Bache, em Nova York, rumores sobre a importação de soja e farelo do Brasil contribuíram para a baixa. O fim do programa de preços mínimos chineses – substituído por uma política de subsídio direto – foi um fator adicional de pressão. “O resultado é que a soja [em grão] devolveu metade da alta que conquistou nas duas últimas semanas”, disse.

As cotações da soja também sofrem com as especulações de que o Brasil terá em breve oferta da oleaginosa para exportação, o que significa que a China poderá cancelar parte das compras que efetivou junto aos americanos para adquirir volumes mais baratos da América do Sul. “Ainda não temos informações oficiais, mas o mercado está na expectativa para que isso aconteça”, afirmou Tomkiw.

De todo modo, a demanda pela oleaginosa dos EUA já apresenta certo arrefecimento. Ontem, o Departamento de Agricultura americano (USDA) divulgou que o país embarcou 1,54 milhão de toneladas de soja na semana entre 10 e 16 de janeiro, 4,7% a menos que na semana anterior, mas dentro das expectativas dos analistas.

No front climático, os mapas meteorológicos indicam temperaturas mais amenas e chuvas nas principais regiões produtoras da Argentina. Essas precipitações tendem a aliviar o estresse nas lavouras, após um período de estiagem.

No curto prazo, disse Tomkiw, a tendência é de preços ainda firmes para a soja, até que haja evidências mais concretas de que a demanda chinesa será empurrada para o médio e longo prazos, com ofertas mais baratas do Brasil.

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