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Clima

Avicultores perdem 200 mil frangos com o calor no PR

Após pelo menos três quedas de energia no município de Verê, no Sudoeste, desde o início do ano, prejuízos já somam cerca de R$ 100 mil.

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Avicultores perdem 200 mil frangos com o calor no PR

O calor e as interrupções no fornecimento de energia já trouxeram prejuízos para os produtores de frango do Sudoeste do Paraná. Cerca de 200 mil frangos morreram nos últimos dias. O avicultor Jeferson Cogo, do município de Verê, perdeu 20 mil frangos que morreram de calor. Por causa de uma queda de energia, os exaustores ficaram desligados por quatro horas, o que levou à morte dos animais.

Cogo conta que os frangos estavam com 20 dias e seriam abatidos com 28 a 30 dias. Ele calcula que o prejuízo ficou entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e chegou até a registrar boletim de ocorrência na delegacia da cidade. Agora pretende entrar com uma ação na Justiça para pedir indenização para a Companhia Paranaense de Energia (Copel). Ele lembrou que, há dois anos, tinha perdido 2 mil frangos também por um problema de falta de energia que durou quatro horas. Hoje, ele tem um total de 47 mil frangos.

O presidente do Sindicato Rural de Verê, Jaimir Colognese, disse que os produtores já foram prejudicados algumas vezes neste ano. Segundo ele, no dia 21 de janeiro aconteceu um desligamento programado que deixou os criadores sem energia das 8 às 17 horas.

Ele contou ainda que, no dia 26 de janeiro, uma queda de árvore deixou os produtores sem energia das 18 horas do dia 26 até às 10 horas do dia 27 de janeiro. E, em 1º de fevereiro, um vendaval também provocou a queda de energia durante três horas.

Colognese disse que os aviários são climatizados e, sem energia, a temperatura chega a 40 ou 42 graus Celsius. Com isso, os frangos morrem pelo excesso de calor. Os exaustores fazem a ventilação e umidificam o ar. Ele explicou que a temperatura nos aviários deve ficar entre 25 e 32 graus Celsius, dependendo da idade do frango. Ele calcula que os prejuízos já tenham chegado a R$ 100 mil.

A Copel informou que não tem como garantir a energia sem interrupção. Quando ocorre algum problema, procura realizar o serviço no menor espaço de tempo possível. A empresa esclareceu que o problema no dia 1º de fevereiro foi provocado por árvores que caíram na rede elétrica durante um vendaval. O corte atingiu mais de 800 clientes.

A estatal informou ainda que o desligamento de energia programado para o dia 21 de janeiro era necessário para a realização de manutenção, instalação de novos para-raios e troca de cabos em benefício de 386 propriedades rurais. A companhia esclareceu também que, ainda que tais desligamentos programados causem transtornos, a empresa precisa executar obras que melhorem continuamente a qualidade dos serviços e evitem desligamentos acidentais depois, com consequências muito maiores. A estatal justificou que cumpre a legislação, informando com 72 horas de antecedência sobre o corte de energia.

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