O diretor-geral da OIE, pediu a países que estão impondo embargo às importações de carne bovina do Brasil que suspendam as restrições assim que possível, afirmando que a medida é injustificada.
Organização de Saúde Animal não vê sentido no embargo à carne

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernard Vallat, não conclamou explicitamente os países a suspenderem o embargo imposto à carne bovina brasileira (em razão da ocorrência do caso de “vaca louca” no país em dezembro), ao contrário do que foi publicado esta semana por uma agência de notícias, segundo uma fonte da entidade.
O que Vallat fez foi repetir ser normal que alguns importadores suspendam a importação diante de caso da doença. Mas que depois de obterem as informações dadas pelo Brasil para tranquilizar os compradores de carne bovina, “os importadores devem respeitar as normas internacionais e reabrir o mercado o mais breve possível”.
No entanto, conforme matéria publicada pelo Valor nesta semana, as barreiras até agora levantadas no comércio exterior se restringem a mercados pouco representativos e incapazes de prejudicar o momento favorável das exportações das carnes brasileiras, que obteve US$ 389,1 milhões com as vendas externas de carne bovina in natura em dezembro, crescimento de 24,1% sobre o montante registrado no mesmo mês de 2011.
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