Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Mercados

Acordo EUA e Europa preocupa agronegócio catarinense

Estados Unidos e a União Europeia preparam um grande acordo de cooperação e livre-comércio que pode retirar do Brasil um de seus principais mercados.

Acordo EUA e Europa preocupa agronegócio catarinense

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, retornou preocupado da missão à Europa, organizada pela presidente da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, encerrada nesta semana: os Estados Unidos e a União Europeia preparam um grande acordo de cooperação e livre-comércio que pode retirar do Brasil um de seus principais mercados.

A Europa absorve 20% das exportações brasileiras – grande parte ancorada em produtos do agronegócio, como carnes e grãos – e eventual perda desse mercado representará bilhões de reais em prejuízo, diz comunicado da Faesc.

“Na raiz desse problema está o mal-amarrado acordo do Mercosul, em razão do protecionismo incentivado por alguns países desse bloco sul-americano”, continua o comunicado. Pedrozo e Kátia voltaram convencidos que o Mercosul é um entrave nas negociações de liberalização do comércio com a União Europeia. “Por isso, utilizarão todos os instrumentos legais e democráticos para mudar o acordo no Mercosul”.

O presidente da Faesc teme que eventual aprovação de um acordo de livre comércio entre os Estados Unidos e a União Europeia represente o surgimento de novos desafios internacionais para o Brasil. Pedrozo lembra que o objetivo declarado de americanos e europeus é chegar o mais perto possível de uma área “transatlântica” de livre comércio e usar essa integração para impulsionar a geração de empregos e crescimento econômico.

O dirigente aponta que o resultado pode ser a maior zona de livre comércio do planeta – um gigante reunindo metade do PIB e um terço de todas as trocas comerciais globais.

No caso do Brasil, há muita convergência nas pautas de exportação brasileiras para os EUA e para a Europa – o que limitaria o impacto do acordo. “É possível que setores específicos possam sofrer com a concorrência de rivais do Norte nesses mercados, dependendo dos termos e perfil do acordo”, afirma ainda o comunicado.

Pedrozo acrescenta que, além das tarifas, EUA e Europa também pretendem reduzir as barreiras não-tarifárias ao comércio (regulamentações que encarecem os negócios) e facilitar investimentos bilaterais.

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