Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Remuneração do suinocultor melhora em Santa Catarina

Inicia a recuperação da suinocultura. Veja analise do presidente da Aurora Alimentos.

Compartilhar essa notícia
Remuneração do suinocultor melhora em Santa Catarina

Depois de um longo período de margens neutras ou negativas, a suinocultura catarinense – a mais avançada do País – iniciou uma escalada de recuperação dos preços praticados na remuneração dos criadores de suínos. A Coopercentral Aurora Alimentos, empresa que detém o maior volume de abate em Santa Catarina, elevou o preço por quilograma de suíno em pé para R$ 2,86, incluída a tipificação (adicional  por qualidade da carcaça).

Desde 1o de maio deste ano, quando o preço estabilizou em R$ 2,30, até esta semana, a remuneração básica (sem tipificação) do suinocultor teve uma recuperação de 13%.

“Em maio chegamos a uma situação de pouco dinamismo no mercado e assim  permanecemos até agosto. Mas, agora, começamos o gradual processo de recuperação”, resumiu o  presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster.

Neste mês de agosto foram concedidos três reajustes de preço no dia 8 (R$ 2,40), dia 15 (R$ 2,50) e dia 23 (R$ 2,60). O preço-base atual (R$ 2,60) é acrescido do adicional da tipificação, índice que pode chegar até 10%, o que elevou o valor pago ao criador para R$ 2,86/kg a partir desta semana.

Há uma forte tendência do preço praticado pela indústria na aquisição de suíno vivo continuar subindo até dezembro em razão de quatro fatores: o aumento das exportações com a reabertura das vendas para Ucrânia e Rússia; a diminuição da oferta em razão de redução da base produtiva verificada no primeiro semestre; o aumento do consumo interno em razão do inverno e o início da produção de itens cárneos típicos do fim de ano.

A previsão para o último trimestre é de equilíbrio entre oferta de matéria-prima e processamento industrial.  Qualquer alteração desse equilíbrio afetará o nível de remuneração dos suinocultores. Ainda assim, a recuperação de ganhos dos criadores deve prosseguir até janeiro. De fevereiro a abril de 2014 entrará em sazonal fase de baixo dinamismo comercial e nível de consumo.

O presidente da Coopercentral Aurora enfatizou que, até aqui, o ano foi difícil para a suinocultura, mas a situação entra em curva ascendente e tende a melhorar. No plano externo, as exportações foram fracas, a Argentina suspendeu a compra da carne suína, a Rússia e a Ucrânia só retomaram as compras recentemente, os negócios com os Estados Unidos ficaram só na intenção. A abertura do Japão para a carne suína brasileira começa, somente agora, a traduzir-se, efetivamente, em vendas. “Tudo indica que 2014 será o grande ano da suinocultura”, prevê Lanznaster.

Assuntos Relacionados
Auroracarne suínaSCsuinocultura
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329