Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Exportação

Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Noventa e três países compram produtos de cooperativas brasileiras. Exportações em janeiro cresceram 21% em relação ao ano passado.

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Paraná é o estado que registra maior volume de vendas para o exterior

Não é de hoje que a carne de frango produzida nos frigoríficos paranaenses ganhou a mesa dos estrangeiros, só que agora, o produto está mais valorizado lá fora, principalmente entre os americanos e os europeus.

As carnes e o farelo de soja foram os responsáveis por um recorde no estado: nunca as cooperativas paranaenses venderam tanto para o exterior quanto neste começo de ano. O estado liderou as exportações brasileiras entre as cooperativas, alcançando os R$ 210 milhões só em janeiro.

No cenário tão favorável, teve até quem não exportou mais porque não quis. É o caso de uma cooperativa de Palotina, que abate 320 mil frangos por dia, e que prefere dividir em meio a meio as vendas para o exterior e para o mercado interno.

Como a situação lá fora se mostrou boa, mesmo recusando negócios, a indústria de Palotina exportou 5% a mais que a média dos últimos meses.

Se o volume exportado aumentou, o faturamento também, o que se explica pela industrialização. A Cooperativa de Cascavel, por exemplo, está investindo R$ 40 milhões em um novo moinho. Em vez de vender o trigo colhido pelos produtores, ela vai entregar a farinha pronta para o mercado. “As cooperativas têm investido nos parques industriais pesadamente e o resultado hoje são exportações não mais de produtos in natura, mas de produtos industrializados”, explica Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.

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