Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Meio Ambiente

Aliados articulam estratégia para veto presidencial ao Código Florestal

“O veto parcial não está decidido. O total é extremamente ruim”, diz líder do governo na Casa, Eduardo Braga.

Compartilhar essa notícia
Aliados articulam estratégia para veto presidencial ao Código Florestal

O governo articula com lideranças de sua base aliada no Senado aprovação rápida de uma nova proposta de origem na Casa para o Código Florestal. Seria uma alternativa à presidente Dilma Rousseff para uma medida provisória ou outro instrumento legal que ela adote no caso – considerado certo – de veto, total ou parcial, do projeto aprovado pela Câmara dos Deputados. O assunto será tratado hoje em reunião conjunta das quatro comissões técnicas responsáveis pela análise do projeto.

Na reunião das comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Meio Ambiente (CMA), Ciência e Tecnologia (CCJ) e Agricultura e Reforma Agrária (CRA), os senadores aprovarão um documento a ser encaminhado à presidente, com uma avaliação sobre as mudanças realizadas pela Câmara no projeto que havia sido aprovado pelo Senado. O texto, que sofreu 21 alterações na Câmara, foi elaborado com a participação de deputados da bancada ruralista e era defendido pelo governo.

“Com o novo projeto, queremos retomar a convergência que houve entre Senado, Câmara e governo na proposta aprovada pelos senadores. Restabelecer o equilíbrio do projeto aqui aprovado, com a anuência permanente dos principais líderes da frente parlamentar da agricultura e participação de seus assessores”, diz o senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Ele e o petista Jorge Viana (AC) foram relatores do projeto anterior e agora são os primeiros autores do novo texto.

Por uma questão regimental, o projeto terá de ser reapresentado com assinatura de 53 senadores, já que se trata de matéria rejeitada na mesma legislatura. A informação é do líder do governo na Casa, Eduardo Braga (PMDB-AM), que articula a aprovação da urgência para a proposta. A ideia é que ela seja votada diretamente no plenário, sem avaliação das comissões. Apenas um relator seria designado para dar parecer.

Pela estratégia, o Senado aprovaria rapidamente e encaminharia à Câmara, antes do prazo que Dilma tem para sancionar o código, com ou sem vetos. Termina no dia 25. A expectativa é que os deputados protelem a votação – ou até rejeitem novamente -, o que fortaleceria os argumentos para a presidente vetar.

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, reuniu-se com líderes partidários do Senado e o Código Florestal foi um dos temas da pauta. Ela disse ter convicção de que a presidente vetará no texto da Câmara pontos que representem anistia a desmatadores e prejuízos a pequenos agricultores. “Está consagrado. Anistia a desmatadores e prejuízo aos pequenos agricultores são duas questões que a presidenta já havia sinalizado claramente que ela não admitirá no Código Florestal”, afirmou.

Segundo o líder do governo, ainda não há uma solução para o veto total ou parcial do código. Em qualquer opção, ele lembra que a presidente precisará de uma alternativa, que preserve o meio ambiente e dê segurança jurídica aos produtores. “O veto parcial não está decidido ainda. Seria criar um gorila com cabeça de macaco. O veto total é extremamente ruim. São duas medidas complicadas do ponto de vista político”, diz ele.

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329