Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

Suinocultura caminha a passos largos para integração total

Rússia deixou de ser o principal comprador de carne suína dos frigoríficos brasileiros, mas sem impactar no faturamento dessas empresas.

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Suinocultura caminha a passos largos para integração total

Sai a Rússia entra a China com participação de 30,1%.

Depois da um grande “teatro” entorno de uma suposta proibição da importação de carne suína brasileira por parte da Rússia em 2011,mas que na verdade a crise só aconteceu na mídia, pois os números oficiais da relação comercial de carne suína com a Rússia mostram outro cenário, a suinocultura brasileira caminha a passos largos para uma integração total.

A Rússia deixou mesmo de ser o principal comprador de carne suína dos frigoríficos brasileiros e praticamente sem impactar no faturamento dessas empresas.

Sai a Rússia e entra Hong Kong, unidade administrativa da China, que passou a ter o status de ser o país que mais compra carne suína (in natura, industrializada e miudezas) dos frigoríficos exportadores que atuam no Brasil, com total de 36,74 mil toneladas liquidas no acumulado de 2012 (janeiro a março) com uma participação de 30,1% no embarque total, destaca levantamento realizado pela equipe de Pecuária da Rural Business.

Quando comparado ao mesmo período do ano passado, o volume vendido ao país asiático anotou alta de 54,5%, na época comprando mais de 23,7 mil tonelada, quando Hong Kong era o segundo colocado no ranking.

Destaque também para a Ucrânia, que elevou suas compras em 346%, ou seja, de 5,6 mil/t em 2011 para 25,05 mil/t neste ano, se tornando um importante mercado as exportações de carne suína do Brasil, com uma representatividade de 20,5%.

Apenas em terceiro lugar está a Rússia, com um volume de 16,4 mil toneladas. O país, que caiu da liderança, agora é responsável por apenas 13,4% das aquisições. Quando relacionada a 2011, quando na época era o primeiro colocado, houve uma queda nos embarques ao país de 64,4%, quando foram vendidas 45,9 mil toneladas.

Na quarta posição está a Angola, com pouco mais de 9,5 mil toneladas de carne suína adquiridas dos frigoríficos brasileiros entre janeiro a março de 2012, com participação de 7,8%.

Na sequência vem Cingapura e Uruguai, com compras de aproximadamente 7,1 e 5,3 mil/t e participação de 7,8% e 5,8%, respectivamente.

Com isso, o assinante pode notar o maior mix de distribuição da mercadoria, que em 2012 já tem importantes mercados nas primeiras posições. Outros países em conjunto foram responsáveis por 13,9% dos envios ao exterior, que marcaram 17,04 mil/t ao todo em 2012.

Repare que com mais países precisando de carne suína brasileira, os embarques estão 3,6% maiores que em 2011.

Preparamos um ranking de faturamento também junto as exportações de carne suína, este com o total 0,8% acima do visto no mesmo período do ano passado, de US$ 313,4 milhões, antes US$ 310,9 milhões, ou seja, avanço de mais de US$ 2,4 milhões.

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