Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Baixos preços pagos ao produtor de suínos provocam abandono da atividade em Mato Grosso, segundo Acrismat

A crise enfrentada pelo setor de suínos em Mato Grosso provoca a desistência de produtores sobre a atividade, de acordo com a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso.

Compartilhar essa notícia
Baixos preços pagos ao produtor de suínos provocam abandono da atividade em Mato Grosso, segundo Acrismat

A entidade aponta que a baixa dos preços no Estado fez o setor entrar em colapso, com algumas granjas de portas fechadas e outras à beira da falência. O preço do quilo de venda do produto é de R$ 1,75 e, segundo a Acrimat, é o mais baixo do Brasil. O custo de produção, por sua vez, é de R$ 2,25 por animal.

“Os preços dos insumos para alimentar os suínos estão muito caros. O valor do milho e da soja aumenta constantemente, já o quilo do suíno só apresenta queda”, diz o presidente da associação, Paulo Lucion.

O empresário Jackson Luiz Dulnik, que possui uma propriedade em Sorriso (MT), diz ter abandonado a atividade este mês.

“Eu comprava leitões para a engorda, mas infelizmente o preço do suíno está muito baixo. Estou tendo muito prejuízo, pois tenho gastos com a alimentação do animal e na hora de vender o preço não é valorizado”, relata.

Mesmo com a adesão da linha de crédito especial aprovada na última sexta, dia 15, pelo Conselho Deliberativo do Fundo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/FCO), os pecuaristas afirmam não conseguir manter as atividades. A medida garante a retenção das matrizes e abertura de crédito de custos para o suinocultor, com prazo maior para o pagamento. De acordo com o presidente da Acrismat, a linha de crédito ameniza o colapso, porém não acaba com a crise.

“Embora tenhamos conseguido o crédito, de nada adianta se o preço da produção continuar maior que o da venda do quilo do suíno. Com essa fórmula, nós vamos continuar perdendo”, aponta.

Outro problema, conforme o dirigente, é a dificuldade de comercialização da carne suína. O baixo consumo no mercado interno e a queda nas exportações ocasionaram a baixa no valor pago.

“O poder de compra dos suinocultores está diminuindo. Uma das alternativas para acabar com o colapso é a inclusão da carne suína na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). A suinocultura precisa do apoio do governo federal e estadual para voltar a ser uma atividade promissora”, argumenta.

Assuntos Relacionados suinos
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343