Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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MPX diversifica matriz e entra em geração eólica

Os leilões A-3 e A-5 preveem o início de entrega de energia em 2015 e 2017, respectivamente.

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MPX diversifica matriz e entra em geração eólica

A MPX – empresa de energia do grupo EBX, de Eike Batista – vai participar dos dois leilões de energia nova este ano, marcados para outubro, com 521,9 megawatts (MW) de potência. Deste total, 363,2 MW serão de energia termelétrica a gás natural e 158,7 MW de geração a partir de parques eólicos. Os leilões A-3 e A-5 preveem o início de entrega de energia em 2015 e 2017, respectivamente. Os contratos terão duração de 20 anos.

A energia eólica prevista para o leilão será proveniente dos complexos de Jandaíra, Pedra Preta I e Pedra Preta II, no Rio Grande do Norte, adquiridos no início de agosto, em parceria com a alemã E.On, por R$ 22,2 milhões. O complexo, que já possui licença ambiental, tem capacidade instalada de 600 MW. A MPX espera definir em setembro os fornecedores dos aerogeradores para os parques.

Já os 363,2 MW de energia de termelétrica a gás natural serão produzidos pelo complexo em construção pela companhia em Parnaíba, no interior do Maranhão, onde já existem duas usinas planejadas: Parnaíba I e II. Até o momento, o complexo terá capacidade instalada total de 1.531 MW, dos quais 338 MW dependem de contratos a serem firmados no mercado livre. A potência do complexo, porém, poderá ser ampliada, caso a MPX vença os leilões.

Em Parnaíba, a MPX promove também – por meio de sua joint venture com a OGX, petroleira do grupo, OGX Maranhão – o desenvolvimento de oito blocos de exploração e produção na Bacia do Parnaíba, onde há descobertas de gás nos campos de Gavião Real e Gavião Azul. O início da produção é prevista para 2012.

“[No Gavião Real há] 14 poços perfurados plenamente, suportando todo o consumo futuro de gás [até 2028, no complexo termelétrico]”, disse ontem o diretor-presidente e financeiro da MPX, Eduardo Karrer, em teleconferência com analistas sobre o balanço financeiro da MPX. Segundo o executivo, se ganhar o leilão, a empresa vai aumentar a eficiência da planta de 35% a 40% para 55%, fechando o ciclo da usina e aumentando a eficiência no consumo de gás.

No entanto, as reservas de gás existentes não serão suficientes para suprir o complexo de 2028 até 2035. Dessa forma, a empresa irá intensificar a exploração no local, com a perfuração de mais quatro poços na bacia. Para poder se cadastrar no leilão, a MPX precisou revisar o Plano de Desenvolvimento de Gavião Real para entregar à Agência Nacional do Petróleo (ANP). Pelas regras atuais, os agentes precisam apresentar as garantias de fornecimento de combustível para suas usinas.

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