Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Mercado Interno

Renda em 2011

Valorização dos preços das commodities trará maior rentabilidade ao agricultor. Safra 2010/2011 deve chegar a 153 milhões de toneladas.

Renda em 2011

A perspectiva para 2011 é de boa renda para o agricultor, afirmou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, ontem (9). “Esperamos que seja um ano mais rentável para o produtor porque os preços das commodities estão valorizados”, disse. Ele anunciou a previsão da produção agrícola para a safra 2010/2011, que deve chegar a 153 milhões de toneladas. “É um novo recorde”.

Segundo Rossi, este é o momento de o agricultor receber o retorno pelo investimento no avanço da agricultura. “O produtor é competente, resistente, capaz de superar crises. Produzimos a um custo baixo, um alimento de qualidade e o colocamos no mercado a um preço justo”, disse. O ministro também se mostrou contrário ao controle de preços das commodities. “Depois do esforço do produtor, graças ao aumento de produtividade, os países ricos querem conter os preços dos alimentos. Esses países é que subsidiaram sua produção agrícola que se tornou ineficiente e cara”, completou.

Para o ministro, os números da safra refletem o desafio para o Brasil continuar alimentando o povo brasileiro e o mundo. “Hoje, com os preços das commodities agrícolas mais altos e com crises produtivas em alguns países, a produção nacional passou a ter uma grande importância para ajudar a equilibrar o suprimento de alimentos para o mundo todo”, comentou. Ele lembrou que a demanda por produtos agrícolas continua aquecida, os estoques de alimentos estão baixos e a renda da população brasileira e de outros países como China, Índia e os latino-americanos está subindo.

Arroz – Embora os números da atual safra de arroz mostrem-se positivos, os preços de mercado do grão estão abaixo do preço mínimo fixado pelo governo. Rossi lembrou que na última semana o governo tomou iniciativas de apoio ao setor.

Serão duas medidas básicas: a continuidade dos leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) para garantir preço mínimo ao produtor, por meio do escoamento do produto, e o início da compra direta de arroz, que nesse mês já será de 100 mil toneladas. No total, serão 360 mil toneladas que o governo vai adquirir do produto para garantir que o produtor receba o preço mínimo.

A produção de arroz deve crescer 2,5% na área e 10% na produção, o que corresponde elevar a produção para 12,8 milhões de toneladas.

Área – Teoricamente, o Brasil utiliza 48,6 milhões de hectares para produzir grãos. “Mas na verdade não utilizamos esse total de área. Como é feita uma sobreposição da terra da primeira safra, vamos fazer com que 11,2 milhões de hectares da mesma terra seja usada duas vezes no mesmo ano”, explicou. Para Rossi, isso acontece devido à nova utilização da terra, que se encontra em perfeitas condições para plantio, após o uso na primeira safra.

De acordo com Rossi, a agricultura brasileira não usa 48,8 milhões de hectares para produção de grãos, e sim apenas 37,6 milhões de hectares, já que uma mesma área é usada duas vezes para dois ciclos produtivos no mesmo ano, o que garante mais sustentabilidade ainda à produção brasileira.

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