Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
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Sanidade

Iagro de olho em qualidade

Mato Grosso do Sul fiscaliza qualidade sanitária de alimentos de origem animal e vegetal.

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Para assegurar a qualidade do alimento de origem animal e vegetal comercializado e produzido em Mato Grosso do Sul, o governo do Estado, através da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) e Delegacia do Consumidor (Decon), realiza a fiscalização em todo o Estado. Segundo a diretora-presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo, a ação busca evitar fraudes que podem vir a ser praticadas e garantir que o alimento destinado ao consumo esteja qualificado com toda a documentação e condições de armazenamento que evidenciam boas condições até que chegue ao consumidor final.
Conforme o delegado titular da Decon, Adriano Garcia Geraldo, em todo o ano passado a ação conjunta chegou a apreender mais de 24 toneladas de alimentos impróprios para o consumo em todo o Estado. “São produtos que colocam em risco a saúde do consumidor e à Decon também compete a investigação do crime”, afirma o delegado. A coordenação das fiscalizações é outra tarefa da qual a Decon fica responsável nas ações.
“Focamos este trabalho principalmente em regiões de onde mais recebemos denúncias. Com estas informações buscamos realizar uma ação sanitária envolvendo toda a região”, explica a diretora-presidente do Iagro.
Ainda segundo Maria Cristina Carrijo, a fiscalização é importante porque evita que chegue ao consumidor alimentos de origem animal ou vegetal que estejam em más condições de condicionamento e que não apresentam garantia legal de origem segura. “Porque nestes alimentos é mais provável a proliferação de bactérias que são nocivas à saúde do consumidor e podem até mesmo causar a morte de quem consome”, observa.
A diretora-presidente lembra que as fiscalizações se focam tanto no comércio quanto em fábricas de alimentos onde são encontradas irregularidades de todos os tipos, como falsificação de selos sanitários e mal condicionamento. “As penalidades variam entre os casos: podem ir de uma simples repreensão até o fechamento do estabelecimento”, diz Carrijo.
Delegado da Decon, Adriano lembra ainda que a ação também é realizada com barreiras nas estradas para abordagem durante o transporte destes alimentos. Segundo o titular da Delegacia do Consumidor, nas últimas semanas já foram realizadas fiscalizações no posto da Polícia Rodoviária Estadual da saída para São Paulo, em Campo Grande e no posto da Polícia Rodoviária Federal em Jaraguari. Novas ações estão em andamento e planejadas. O delegado diz que um balanço destas fiscalizações deve ser divulgado nos próximos dias.
Maria Cristina Carrijo ressalta que as fiscalizações buscam somente evitar a prática de irregularidades, porém o maior interesse da Iagro é que os comerciantes e produtores de alimentos de origem animal e vegetal estejam adequados às regras sanitárias. “Por isso a Iagro está à disposição para atender em qualquer caso de dúvida. Para esta demanda temos disponíveis agências em todos os municípios com técnicos qualificados para o atendimento”, completa.

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