Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,58 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,52 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,28 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,87 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,05 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,24 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 146,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 158,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 135,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 151,40 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.368,63 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 160,50 / cx
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Investimento

Bahia investirá R$ 1 milhão na produção de carne suína

Projeto quer que empresas regionais tenham um padrão de qualidade e tecnológico uma vez que existe um preconceito em todo o Brasil com relação aos procedimentos da carne suína, intensificado no Norte e Nordeste.

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Quarto maior exportador de carne suína no mundo, o Brasil está investindo na ampliação da participação no mercado internacional. A Bahia, que ainda é um estado importador – cerca de 75% da carne consumida no estado vêm de outras regiões do País – já tem garantidos investimentos de R$ 1 milhão para os próximos três anos. Trata-se do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS), iniciado no estado no mês passado, que traz a oportunidade de o Estado conquistar o seu espaço no mercado brasileiro.

A desmistificação relacionada à criação dos animais e ao consumo da carne é a primeira meta do projeto, que, com isso, prevê um aumento de 2 kg do consumo de carne suína por pessoa anualmente no Brasil, passando de 13 para 15 kg até 2013. “Nós queremos que as empresas regionais tenham um padrão de qualidade e tecnológico porque existe um preconceito em todo o Brasil com relação aos procedimentos da carne suína, mas muito mais intensificado no Norte e Nordeste. Hoje, mesmo os pequenos produtores já estão tendo acesso a tecnologia, vacinas, veterinários, técnicos. Não existem riscos de doenças”, diz o presidente da Associação Baiana de Suinocultores (ABS), Marcelo Plácido.

Mais um estímulo para impulsionar a produção no estado, assim como em todo o país, foi dado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff no acordo fechado com a China para exportar até o final do ano 480 mil toneladas da carne ao país asiático, que é o maior consumidor mundial do produto.

Para Célia Fernandes, supervisora da Unidade de Agroindústria do Sebrae, que apoia o projeto baiano, as maiores demandas na profissionalização de trabalhadores da área de suinocultura no  estado estão, dentre outros, na produção e manejo de suínos nas granjas, realização de cursos de defumados e embutidos e em tecnologia de cortes para suínos, além de cultura da cooperação para os produtores.

Defumados – Até o final do ano, o projeto pretende formar 15 multiplicadores para trabalhar no treinamento de profissionais de açougues, promovendo  o conhecimento da manipulação dos embutidos e derivados, além dos cortes específicos para a carne suína. “O objetivo é treiná-los para evitar o desperdício e criar know-how no aproveitamento das carnes nobres. Vamos também treinar profissionais que já trabalham na criação dos suínos, vamos transmitir o conhecimento de uma criação saudável, sustentável”, explica Francisco Benjamim, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).  A perspectiva de crescimento da suinocultura na Bahia é recebida com expectativas positivas por produtores como Balbino Santana, criador e sócio de um frigorífico de salgados e defumados derivados do porco. Mais de 80% da produção do frigorífico abastecem Salvador. “Acreditamos que boa parte do consumo hoje é de produtos do porco industrializados”.

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