Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bovinos

Escalada do boi

Relativamente estáveis no mercado paulista na semana passada, os preços da arroba do boi gordo tendem a continuar sustentados e têm boas chances de subir em novembro.

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Relativamente estáveis no mercado paulista na semana passada, os preços da arroba do boi gordo tendem a continuar sustentados e têm boas chances de subir em novembro, segundo análises divulgadas na última sexta-feira.

O indicador Esalq/BM&FBovespa encerrou a semana passada a R$ 99,66, mesmo patamar verificado desde o início do mês mas, ainda assim, já depois de uma sequência de três leves valorizações.

Conforme o Cepea/Esalq, a oferta de animais está um pouco abaixo da demanda dos frigoríficos, e “muitos pecuaristas acreditam em aumentos para novembro”.

Já a consultoria Safras & Mercado afirma que no momento a oferta é suficiente para atender à demanda, e que nas próximas semanas a tendência dependerá do vigor da reação da demanda doméstica, que tem sido fraca, e do ritmo das exportações, que ganharam fôlego com a valorização do dólar em relação ao real.

Uma fonte de um grande frigorífico confirma que as exportações ficaram mais aceleradas nas últimas semanas por causa do câmbio e prevê um reaquecimento interno mais contundente, uma vez que já começam os preparativos para o fim do ano, quando o consumo aumenta. Hoje, diz a Safras & Mercado, o atacado opera com lentidão.

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