Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Soja

Atenção à ferrugem

Embrapa alerta para que os agricultores de Mato Grosso do Sul monitorem lavoura por precaução à ferrugem asiática da soja.

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Atenção à ferrugem

A Embrapa alerta para que os agricultores de Mato Grosso do Sul redobrem os cuidados referentes à ferrugem asiática da soja. O aviso leva em consideração a chegada da temporada de chuvas, que contribuem para a reprodução do fungo responsável pela doença.

Por enquanto, ainda não existem registros da ferrugem nessa safra do grão no Estado, mas o cenário é de alerta, rememora a Embrapa, por meio de sua assessoria.

A doença, transmitida por meio de esporos, ocasiona a desfolha precoce, impedindo a formação dos grãos e contribuindo com a redução da produtividade. A ferrugem é causada pelo fungo phakopsora pachyrhizi, que para se reproduzir necessita que as folhas da planta estejam molhadas.

O fungo phakopsora pachyrhizi é biotrófico, ou seja, somente se reproduz e sobrevive em plantas vivas. “Ele não sobrevive no solo, nem em restos de cultura. É, por isso, que o vazio sanitário funciona e contribui como uma das estratégias para o controle da doença”, explica, via assessoria da Embrapa, o responsável pelo Laboratório de Fitopatologia da Embrapa Agropecuária Oeste, Alexandre Dinnys Roese.

Os sinais principais do contágio são minúsculas pontuações mais escuras que o tecido sadio da planta, com coloração marrom na parte de cima das folhas, acompanhadas de saliências semelhantes a pequenas feridas ou bolhas na parte de baixo das folhas, que são as estruturas de reprodução do fungo. O uso de uma lupa de 20 a 30 aumentos facilita a observação dos primeiros sintomas. “Esse monitoramento qualificado não tem como ser feito passando de caminhonete pela lavoura. Ele exige dedicação e atenção. Agora é a hora de dar início a esse cuidado em todas as regiões produtoras do grão”, destaca Roese, ainda por intermédio da assessoria da Embrapa.

Mais uma forma de verificar se há contaminação, é o produtor verificar colocando as folhas, juntamente com um pedaço de papel ou algodão molhado, dentro de um saco plástico transparente, soprar um pouco de ar e amarrar a boca do saco, fazendo um pequeno balão (câmara úmida). Deixá-lo fechado em local fresco, à temperatura ambiente, durante 12 a 24 horas. Explica a assessoria da Embrapa que, depois deste período, ao observar as folhas novamente elas vão apresentar maior quantidade de bolhas ou pequenas feridas na parte de baixo das folhas, pois o fundo terá se reproduzido com maior intensidade

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