Divergência entre ministério da Fazenda e Agricultura prejudica a política de preços mínimos e, também, os agricultores.
PGPM prejudicada
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse ontem que existem divergências com o Ministério da Fazenda em relação à política de comercialização de alimentos, afetando os produtores. “Estamos há três meses sem interferir na comercialização de feijão, milho e trigo por questões burocráticas da Fazenda”, afirmou, acrescentando que a divergência está prejudicando a política de preços mínimos de produtos.
Para a Conab realizar leilões de apoio à comercialização e sustentar o preço pago ao agricultor, é preciso uma portaria interministerial, assinada pelos ministros da Agricultura, do Planejamento e da Fazenda, autorizando as operações. O Ministério da Agricultura faz os leilões, e o da Fazenda controla a liberação de recursos do Tesouro Nacional. Mas as duas pastas não chegam a um acordo. Enquanto o primeiro ministério cobra maior agilidade, o segundo exige um maior detalhamento em relação a cada medida de apoio.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco





















