As cotações da soja no Brasil seguem dirigidas pelo câmbio. E como conseqüência dos preços, está a liquidez do mercado doméstico.
Soja em baixa

As cotações da soja no Brasil seguem dirigidas pelo câmbio. E como conseqüência dos preços, está a liquidez do mercado doméstico. Para exportação, os negócios têm se mantido aquecidos, puxados pela boa demanda internacional que eleva os preços FOB e atrai o interesse do exportador.
O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto posto porto de Paranaguá), mais afetado pelo câmbio, caiu 2,1% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 38,14/sc no dia 14. A queda do preço médio ponderado de cinco regiões do Paraná (Indicador CEPEA/ESALQ) foi semelhante, de 2%.
Esse Indicador fechou a semana passada a R$ 35,36/saca de 60 kg. Considerando o conjunto das regiões pesquisadas pelo Cepea, o preço médio da soja em grão na parcial deste mês está aproximadamente 30% menor que a média de maio de 2009.
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Além da taxa de câmbio, a pressão vem da menor rentabilidade com a venda de derivados. Para o farelo de soja, a média deste mês está aproximadamente 40% menor que a de maio de 2009, e a do óleo de soja, 15,2% inferior.
























