Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Empresas

Dow investe em pecuária

Empresa vai liderar projeto em fazendas de pecuária no País. Ideia é aumentar rebanho sem impacto no ambiente.

A Dow AgroSciences vai liderar a partir do ano que vem um projeto-piloto de sustentabilidade na pecuária brasileira. A ideia é elevar a produtividade do rebanho bovino em até cinco fazendas, passando da média nacional de uma cabeça por hectare para 1,8 a 2 cabeças por hectare.

A ação faz parte do “Projeto Pecuária Sustentável”, criado a partir da necessidade de se atender a demanda internacional por alimentos sem que isso amplie o impacto ambiental da produção. O grupo de discussões envolve desde gestores da cadeia produtiva de proteína animal no país a organizações não governamentais e instituições financeiras.

“É possível liberar a área de pastagem para grãos, carne e reflorestamento e ainda dobrar o rebanho bovino”, disse Welles Pascoal, diretor de marketing da Dow AgroSciences. “A gestão sustentável ajudará na meta de recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas assumidas pelo governo brasileiro nas negociações do clima, em Copenhagen, no ano passado”.

O projeto-piloto será realizado em fazendas em diferentes biomas brasileiros que tenham área mínima de 500 hectares – caso de grande parte das propriedades rurais do Sudeste – a 3 mil hectares. Capitaneado pela Dow e coordenado pelo Centro de Conhecimento em Agronegócios (Pensa/USP), o projeto já atraiu o interesse de empresas como Pfizer, dos bancos JBS e Rabobank, Ministério da Agricultura, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e do WWF, segundo Pascoal.

O desafio será alinhar novas tecnologias, e a sua disseminação, e o financiamento público e privado. Qualificação do pecuarista, manejo de pastagens, gestão de crédito, políticas públicas e adequação à legislação ambiental também são assuntos abordados pelo grupo.

A Dow já tem uma contribuição inicial: a introdução da braquiária híbrida, que possui mais biomassa (volume) por hectare com qualidade superior. A forrageira, que será lançada no mercado brasileiro em novembro, é oriunda do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT).

“Para resolver os desafios regionais, teremos que colaborar e inovar e sugerir tecnologias e parcerias para assegurar um verdadeiro futuro sustentável”, diz Neil Hawkins, vice-presidente global de Sustentabilidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Dow, que esteve em São Paulo para conhecer o projeto de pecuária sustentável brasileiro.

Segundo maior produtor de carne do mundo (atrás dos Estados Unidos) e maior exportador, o Brasil enfrenta o desafio de aumentar a oferta mundial sem avançar sobre florestas nativas. O segmento brasileiro tem sido alvo de críticas internacionais por impulsionar o desmatamento da Amazônia, sobretudo no Pará.

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