Um criador de aves de Porto Feliz, em São Paulo, investe numa parceria com assentados da região para aumentar a produção.
Parceria que deu certo
Cláudio resolveu ampliar a produção, mas sem dinheiro para construir novos galpões ele decidiu dividir o trabalho e os parceiros ideais ele encontrou num assentamento de agricultores em Porto Feliz. O sistema de trabalho é o de integração. O agricultor entra com os pintinhos de galinhas poedeiras e de angola, frangos de corte, filhotes de codorna e a ração. As sete famílias integradas entraram com a mão-de-obra e os barracões, sete no total. Construções feitas para um projeto de produção de ovos e frango do assentamento que não deu certo e estavam abandonados há seis anos. Os agricultores ganham em média R$0,60 por cabeça de frango ou galinha tratada com as codornas o ganho é menor R$0,15. “Tem que ter cuidado com a ração, água, ver se não está faltando nada, se não tem nenhuma ave com problemas. Não é muito difícil”, diz Maria. Em 60 dias os galpões vão estar com capacidade máxima. Os integrados vão tratar por mês de 7.200 aves e já fazem as contas de quanto isso vai render. “Calculamos mais ou menos uns R$600,00 por família e vai sobrar uma renda”, diz Osvaldo da Silva, assentado. “Para mim está bom demais e, para eles, parece que também estão contentes, então, está dando certo”, diz Cláudio Rodrigues.
Redação AI 07/10/2003 – 04h56 – Ele fornece os pintinhos e a ração e conta com as instalações e a mão-de-obra dos assentados para a engorda. A linhagem das galinhas criadas numa granja em Porto Feliz é de origem francesa. Um trabalho que começou a mais de 10 anos quando Cláudio Rodrigues importou as primeiras matrizes.Leia também no Agrimídia:
Por enquanto, os lucros são aplicados apenas na melhoria das instalações. Em apenas uma hora o trabalho diário é feito. Toda a família participa. Maria das Dores trata das galinhas de angola.
A parceria começou há três meses.





















