Agora, com a senadora Kátia Abreu, as perspectivas mudam porque, nos últimos anos, ela tornou-se a mais competente interlocutora da área.
Faesc prevê nova era na agricultura com Kátia Abreu no Ministério

A provável e anunciada nomeação da senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para o Ministério da Agricultura marcará uma nova e promissora era na gestão das políticas públicas de apoio ao setor primário da economia brasileira, de acordo com a avaliação do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedrozo.
O dirigente observou que, em algumas administrações federais, o Ministério da Agricultura não esteve à altura da expressão social e econômica da agricultura verde-amarela ou por insuficiência de recursos ou por nomeação de titulares sem a devida compreensão da complexidade do setor.
Agora, com a senadora Kátia Abreu, as perspectivas mudam porque, nos últimos anos, ela tornou-se a mais competente interlocutora da área, associando conhecimento técnico com atuação política o que rendeu grandes e justos dividendos para o setor. “Teremos no MAPA uma liderança que conhece o campo, o produtor e o empresário rural, o mercado e o mundo globalizado”, sinalizou.
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O dirigente destacou que a agropecuária nacional presta um serviço essencial ao País e tornou-se responsável pelos superávits comerciais. Observou que a atuação dos produtores e o fantástico desempenho apresentado pela pecuária motivaram o Governo a adotar políticas específicas orientadas para elevar o potencial de produção e geração de renda e incrementar as divisas com exportações de produtos pecuários. Além da ampliação dos programas de custeio e investimento, foram lançadas novas linhas de financiamento para dar suporte à pecuária.
O produtor aproveitou os bons ventos para modernizar e aperfeiçoar todos os processos produtivos para que a competitividade – lastrada na qualidade e no preço – continue imbatível. O País é grande exportador mundial de carne de frango, de carne bovina, grãos e lácteos.
Pedrozo observou que na posse da Kátia Abreu para mais um mandato na CNA, a presidente Dilma Rousseff, ao prestigiar o ato com sua presença, prometeu ampliar a parceria com o setor agropecuário em seu segundo mandato, a partir de 1º de janeiro, com participação ativa dos produtores rurais.
Disse a presidente: “Quero a CNA ao meu lado, preservada sua autonomia e independência. No novo mandato que se inicia, o produtor não será apenas ouvido ou consultado. Mais do que isso quero o produtor rural tomando decisões junto comigo, participando do Governo e atuando diretamente na definição de nossas políticas”.
Em seu pronunciamento, Dilma Rousseff afirmou à senadora que “a parceria está apenas começando” e que as duas estarão “mais próximas do que nunca”. A presidente creditou à ação da CNA avanços como o aumento do crédito para o médio produtor, investimentos na pecuária de corte e agricultura de baixo carbono, além de ações voltadas para a assistência técnica e extensão rural, entre as quais a criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).





















