Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Geral

Atualização do Índice Global de Segurança Alimentar aponta avanços na acessibilidade aos alimentos

Resultados da recente atualização trimestral do ajuste de preços do Índice Global de Segurança Alimentar revelam que a acessibilidade econômica aos alimentos melhorou.

Compartilhar essa notícia

Resultados da recente atualização trimestral do ajuste de preços do Índice Global de Segurança Alimentar (Global Food Security Index – GFSI) revelam que a acessibilidade econômica aos alimentos melhorou em, aproximadamente, 75% dos países de setembro a novembro de 2014 em grande devido à queda de 2,8% do preço mundial dos alimentos, que atingiu o nível mais baixo em quatro anos.

De acordo com o Índice Global de Segurança Alimentar produzido pelo Economist Intelligence Unit (EIU) e patrocinado pela DuPont, a mais alta produção de milho, trigo e soja de todos os tempos e a queda do preço mundial do petróleo resultaram em perspectivas melhores para a segurança alimentar em 79 dos 109 países presentes no índice. No entanto, o impacto geral do petróleo mais barato sobre os preços para o consumidor local, a estabilidade política e a situação fiscal dos importadores e exportadores de petróleo se definirá apenas nos próximos meses.

“O suprimento e os estoques dos principais grãos estão muito altos, o que vai reduzir ainda mais o preço global em 2015”, disse Leo Abruzzese, diretor mundial de previsões do Economist Intelligence Unit. “A queda de 60% do preço do petróleo bruto desde julho também é uma boa notícia para a segurança alimentar. Durante os últimos 25 anos, os preços dos alimentos e da energia seguiram próximos um do outro, então petróleo mais barato normalmente significa alimentos mais acessíveis.”

Índice Global de Segurança Alimentar: Principais resultados do fator de ajuste dos preços
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (Food and Agricultural Organization – FAO), o preço mundial dos alimentos tem caído desde o final de agosto de 2014, quando atingiu o nível mais baixo em quatro anos. Os preços continuaram a diminuir, registrando outra nova baixa em quatro anos em novembro. Em geral, essa variação nos preços tem tido um impacto positivo sobre a categoria de acessibilidade econômica do GFSI e a segurança alimentar geral para os países presentes no índice.

O GFSI destacou os seguintes cenários:

• Os alimentos se tornaram economicamente mais acessíveis em 79 dos 109 países em função da queda de 2,8% do preço dos alimentos no período de setembro a novembro de 2014. A pontuação na categoria de acessibilidade do GFSI aumentou, em média, 1,3% entre setembro e novembro, enquanto a pontuação de segurança alimentar geral subiu uma média de 0,5%. Israel teve a maior queda nas duas categorias (-6,31% e -2,70%, respectivamente), enquanto Botsuana registrou o maior aumento. Mesmo com a melhora significativa na pontuação, alguns países tiveram alterações no ranking geral do GFSI. Dinamarca e Austrália subiram quatro posições, enquanto Suíça caiu cinco.

• O preço global dos alimentos caiu para todas as commodities, exceto cereais, sendo que leite e açúcar registraram a maior queda, de acordo com a FAO. A queda dos preços de produtos lácteos foi gerada parcialmente por sanções de importação na Rússia que, associadas à alta produção, resultaram na oferta global excedente. Embora o preço global dos cereais tenha subido ligeiramente em novembro depois de registrar o valor mais baixo em quatro anos em setembro e outubro, a maior de produção e o alto estoque de milho, soja e trigo pressionaram os preços para baixo mundialmente.

• A queda do preço do petróleo aumentou a acessibilidade econômica aos alimentos por reduzir os custos de transporte. O aumento no abastecimento de petróleo bruto, a menor demanda e a abordagem de não intervenção da Arábia Saudita resultaram na queda do preço do petróleo, diminuindo os custos de transporte dos alimentos. De fato, o índice de preços dos alimentos da FAO e o preço do petróleo bruto têm mantido uma correlação 0,92 durante os últimos 25 anos. Os impactos secundários da queda do preço do petróleo nas economias nacionais não foram ainda capturados pelo índice, no entanto os efeitos sobre a estabilidade política, o preço local dos alimentos, as rendas e as taxas de câmbio – elementos essenciais para segurança alimentar – nos níveis nacional e global serão capturados no longo prazo pelo GFSI.

• Hungria e Botsuana tiveram a maior elevação na classificação – um ganho de cinco e seis posições, respectivamente – na categoria de acessibilidade econômica aos alimentos desde a última atualização trimestral em agosto. A ascensão da Hungria foi parcialmente resultado da queda dos preços dos frutos e vegetais, impulsionada por um ano de boas colheitas e o impacto do embargo de importação da Rússia. A grande queda do preço do açúcar foi outro fator determinante. O enfraquecimento do rand, moeda sul-africana, que manteve os custos de produção na África do Sul em baixa, e o declínio continuado da inflação foram fatores importantes na queda dos preços dos alimentos em Botsuana, importador de alimentos.

Olhando para o futuro
A Economist Intelligence Unit prevê que os preços das principais culturas continuarão caindo em 2015. O preço médio anual para o milho (US No.3 Yellow Corn, fob Gulf ports) e soja (preço de exportação do US No.2 Yellow Soybeans, fob Gulf ports) deve cair entre 10% a 15% este ano em relação a 2014. A produção mundial de soja atingirá alta recorde histórica em 2014/15, e a previsão é que a produção dos Estados Unidos supere o recorde anterior em mais de 16 milhões de toneladas. A produção mundial de milho também está a caminho de quebrar todos os recordes anteriores assim como a colheita dos Estados Unidos. O preço do trigo (preço de exportação do US Hard Red Winter wheat, fob Gulf) também vai cair este ano, mas com uma queda mais modesta de 7%.

Sobre o GFSI
O Índice Global de Segurança Alimentar avalia a acessibilidade econômica, a disponibilidade, a qualidade e a segurança dos alimentos e sistemas de alimentação em 109 países. O GFSI também fornece informações sobre o impacto das flutuações dos preços globais dos alimentos na segurança alimentar nacional por meio de ajustes trimestrais na pontuação de acessibilidade. O ajuste se baseia, em parte, na variação trimestral dos preços do na cesta de commodities alimentícias da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (Food and Agricultural Organization – FAO) e suas cinco principais medidas.

Sobre o fator de ajuste trimestral do GFSI
As atualizações trimestrais da acessibilidade econômica do Índice Global de Segurança Alimentar (Global Food Security Index – GFSI) destacam a vulnerabilidade dos países em relação ao choque dos preços dos alimentos, especialmente para aqueles nos quais a população já enfrenta desnutrição. Ao incorporar dados e informações globais do Índice de Preços de Alimentos da FAO, a atualização trimestral da EIU se ajusta às variações dos valores globais dos alimentos, aos movimentos nas taxas de câmbio, às rendas nos países e à dependência da importação de cada nação. Isso assegura uma avaliação de alto nível do impacto da variação de preços que pode colaborar ou prejudicar a segurança alimentar do país.

Para visualizar o site Índice Global de Segurança Alimentar 2014 com interação dos resultados do estudo, o modelo subjacente e o relatório da metodologia e das conclusões do estudo, visite http://foodsecurityindex.eiu.com.

Sobre a Economist Intelligence Unit
A Economist Intelligence Unit é líder mundial em inteligência de negócios. É braço de informações de negócios do Economist Group, editora do jornal The Economist. Como destacado provedor mundial de inteligência relacionada a países, ajudamos executivos a tomar as melhores decisões, apresentando análises oportunas, confiáveis e imparciais sobre tendências mundiais de mercado e estratégias de negócios. Mais informações sobre a Economist Intelligence Unit podem ser encontradas em www.eiu.com ou seguindo a organização no Twitter em www.twitter.com/theeiu.

Sobre a DuPont
Desde 1802, a DuPont traz ao mundo o melhor da Ciência em forma de produtos, materiais e serviços inovadores. A companhia acredita que por meio da colaboração com clientes, governos, ONGs e líderes de opinião é possível encontrar soluções para os desafios globais, provendo alimentos saudáveis e suficientes para a população mundial, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e protegendo a vida e o meio ambiente. Acompanhe as atividades da empresa no Brasil pelo site www.dupont.com.br, Twitter @dupontbrasil ou You Tube (www.youtube.com/dupontdobrasil).

Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,32
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,49
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 127,91
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,61
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,54
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,10
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,07
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 174,89
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 197,27
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,71
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,34
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.289,02
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.156,38
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 200,45
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 175,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,48
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 177,24
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341