Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Exportações

China responde por 70% do superávit comercial do Brasil; aves e suínos estão entre os principais produtos exportados

País asiático foi responsável por US$ 19,1 bilhões no acumulado de janeiro a maio, período em que o valor total foi de US$ 27,1 bilhões

China responde por 70% do superávit comercial do Brasil; aves e suínos estão entre os principais produtos exportados

O superávit comercial do Brasil com a China atingiu US$ 19,1 bilhões no acumulado de janeiro a maio deste ano. O valor equivale a 70,4% do saldo do país no período, destaca o boletim do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado esta manhã pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o superávit comercial do país somou US$ 27,1 bilhões, o maior valor da série histórica do governo federal iniciada em 1997.

O boletim destaca que os preços comandam o dinamismo das exportações brasileiras para China. A participação do país asiático nas exportações brasileiras passou de 32,5% para 34% entre janeiro-maio de 2020 e 2021. Entre esses dois períodos, a variação no volume exportado foi de 1,4% e a dos preços, 32,3%.

Para o mercado americano houve equilíbrio maior entre preços e quantidade. Na mesma comparação, o volume embarcado aos Estados Unidos aumentou 12% e os preços médios avançaram 11%.

Para a Argentina, a elevação da quantidade é destacada no boletim. Nas exportações brasileiras de janeiro a maio ao país vizinho, o volume saltou 45,1% enquanto os preços subiram 6,5%. Para os demais países da América do Sul a dinâmica foi semelhante, com avanço de 31,8% no quantum e de 5,8% em preços médios.

Na balança como um todo, os preços continuam liderando o aumento do valor das exportações e os volumes, o das importações. Na comparação entre os acumulados até maio de 2020 para este ano, as exportações aumentaram em 30,6%, com alta de 20,8% nos preços de 7,1% em volumes embarcados.

Já nas importações, o valor subiu 20,9%, com avanço de 17,4% na quantidade e de apenas 3,3% nos preços, sempre de janeiro a maio deste ano contra igual período do ano passado. A maior variação dos preços de exportações comparados com os de importações levou a um aumento de 20,4% dos termos de troca entre os meses de maio de 2020/2021, ressalta o boletim.

A análise por tipo de indústria, aponta o Icomex, mostra que, no acumulado do ano, a indústria de transformação lidera o aumento do volume exportado, com crescimento de 10,3%.

Os dez principais produtos exportados foram açúcar e melaços, farelos de soja, carne bovina, combustíveis, celulose, carne de aves, semi-acabados de ferro ou aço, ouro não monetário, ferro gusa e veículos de passageiro.

O boletim destaca que, exceto os automóveis, todos os outros podem ser classificados como commodities. Na agropecuária, a soja explicou 89% das exportações do setor em maio e 78% no acumulado de janeiro a maio. Café e algodão foram os principais produtos após a soja.

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