O ONS alerta sobre a grave escassez de água nos reservatórios de hidrelétricas brasileiras e que a falta de chuvas poderá levar o país ao seu limite já em novembro, prejudicando a geração de energia elétrica
Empresas que se anteciparam à crise hídrica e já usam energias sustentáveis

O uso de uma energia limpa e mais econômica virou uma necessidade no momento que o Brasil enfrenta a maior estiagem dos últimos 91 anos. O Operador Nacional do Sistema (ONS) alerta sobre a grave escassez de água nos reservatórios de hidrelétricas brasileiras e que a falta de chuvas poderá levar o país ao seu limite já em novembro, prejudicando a geração de energia elétrica.
A gravidade levou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a criar uma nova bandeira tarifária, chamada ‘escassez hídrica’. O novo valor da taxa extra é de R? 14,20 pelo consumo de 100 kWh, com vigência até 30 de abril de 2022. Até agora, o valor cobrado era de R? 9,492.
Se antecipando a este cenário, empresas como a Caldo Bom (setor alimentício) ajustaram sua produção e estrutura e, desde maio, utiliza fontes 100% renováveis para o abastecimento de energia em todas as instalações da fábrica e centros de distribuição, obtidas de um fornecedor parceiro, localizado em Campo Largo (PR). A estimativa é de uma economia de 8%, mesmo considerando o aumento do consumo devido à expansão do parque industrial.
Leia também no Agrimídia:
- •Santa Catarina aposta em crédito de R$ 1 bilhão para expandir cadeias de suínos e aves
- •Mudança no Ministério: André de Paula como novo ministro da Agricultura
- •CNA participa de debate internacional na OIT sobre regras nas cadeias produtivas
- •Promaq amplia modernização da produção agrícola com entrega de máquinas no Rio Grande do Sul





















