Associação acredita que o uso estratégico da fonte solar seria uma solução para fortalecer o suprimento de eletricidade
Absolar acredita que energia solar fotovoltaica seria a melhor opção para encarar crise hídrica

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) considera que a atual crise hídrica que o país está enfrentando corrobora o papel da energia solar como alternativa para fortalecer e diversificar o abastecimento de energia elétrica.
Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, defende que o governo deveria incentivar a energia solar. “O Governo Federal deveria incentivar a energia solar fotovoltaica a pedir à população para economizar energia elétrica”, afirma Koloszuk.
“As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos atualmente, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, completa.
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O presidente também destaca a velocidade com que as usinas solares são instaladas. “Basta um dia de instalação para transformar uma residência ou empresa em uma pequena usina geradora de eletricidade renovável. Já para uma usina solar de grande porte, são menos de 18 meses desde o leilão até o início da geração”, afirma.
No dia 31 de agosto, foram anunciadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) duas medidas emergenciais para evitar um racionamento de energia elétrica no país e garantir o suprimento diante da crise hídrica: um programa de redução voluntária de consumo para os clientes do Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e a bandeira tarifária “Escassez Hídrica”, que adicionará um valor de R$ 14,20 a cada 100 kWh.





















