Na sexta-feira (24), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,65%, a R$ 5,3433.
Dólar opera em queda após ganho na semana anterior

O dólar abriu em queda nesta segunda-feira (27), depois de encerrar com ganhos na semana anterior, afetado pelos temores de queda da chinesa Evergrande e pela alta da inflação por aqui.
Às 9h03, a moeda norte-americana recuava 0,34%, cotada a R$ 5,3249. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,3433. Com o resultado passou a acumular alta de 3,36% no mês, e de 3,01% no ano.
Leia também no Agrimídia:
- •Frango vivo cai ao menor nível desde maio de 2024 e reduz poder de compra do avicultor
- •Preço dos ovos sobe até 37% em fevereiro e melhora poder de compra do produtor
- •Exportações, investimentos e alertas sanitários definem o momento do agronegócio brasileiro
- •Exportações de carne suína do Reino Unido crescem em 2025, impulsionadas pela China
Cenário
Na China, os contratos futuros do minério de ferro chinês avançaram pela terceira sessão consecutiva nesta segunda-feira, subindo mais de 5%, com analistas temendo que os recentes problemas relacionados à energia e que afetaram a produção industrial estejam pesando sobre o crescimento econômico.
Os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, de 8,35% para 8,45% para 2021. Essa foi a vigésima quinta alta seguida do indicador. Para 2022, a projeção subiu de 4,10% para 4,12%.
Para a taxa básica de juros, o mercado financeiro também manteve a previsão em 8,25% ao ano no fim de 2021 e em 8,50% no fim de 2022.
Para o PIB (Produto Interno Bruto), os economistas mantiveram a estimativa de crescimento em 5,04% para 2021. Para 2022, o mercado baixou a previsão de alta de 1,63% para 1,57%.
Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 ficou estável em R$ 5,20. Para o fim de 2022, avançou de R$ 5,23 para R$ 5,24 por dólar.





















