Apesar de no país asiático ser importado até 33% menos milho, o USDA prevê que a produção balanceada de ração cresça 2%
China reduzirá suas importações de milho em até 33% para produzir ração balanceada

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), diante da alta dos preços do milho no nível internacional, a indústria chinesa de rações balanceadas busca se abastecer com grãos alternativos de menor custo, o que reduzirá sua demanda.
Com base nisso, estimou-se que para a safra comercial 2021/2022, as importações de milho pela China apresentarão uma contração de até 33%, permanecendo em 20 milhões de toneladas.
Apesar da queda, o uso do milho na produção de rações balanceadas deve aumentar em até 2%, o que demandará um total de 211 milhões de toneladas.
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A agência projeta que a produção de ração também fará o mesmo , apresentando um aumento da ordem de 2%, gerando 273 milhões de toneladas no período em análise.
Esse cenário, destacou a agência norte-americana, seria em grande parte impulsionado pelo processo de transformação e crescimento pelo qual estão passando os setores de aves e suínos na China.
No caso da suinocultura, foi esclarecido que embora o desempenho na suinocultura deva cair para 5% no próximo ano, a industrialização e modernização desse segmento representam uma maior demanda por rações balanceadas e adequadas à espécie.
Em relação à produção avícola , previa-se que em 2022 o processamento da carne de frango criptografe 14,3 milhões de toneladas, o que indicaria um crescimento de 2% sobre o estimado para o final de 2021.





















