Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.158,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.092,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,71 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,57 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,60 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 171,02 / cx
FAO

Índice de Preços de Alimentos chega ao maior patamar em mais de uma década

 É a maior elevação mensal desde julho de 2011. Cereais e óleos vegetais puxaram a alta; preços de carnes e do açúcar recuaram.

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Índice de Preços de Alimentos chega ao maior patamar em mais de uma década

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) avançou em outubro, chegando a 3,9 pontos (3%), alcançando assim, uma média de 133,2 pontos. Trata-se do nível mais alto desde julho de 2011. Curiosamente, o preço da carne, que tanto tem preocupado, recuou, assim como o açúcar. Os grandes “vilões” dos preços foram mesmo os cereais e os óleos vegetais.

O preço da carne apresentou uma queda de 0,8 pontos (0,7%) em relação a setembro, mas o motivo é explicado pela redução nas compras da China. Após a confirmação de dois casos da doença do mal da vaca louca no Brasil, os chineses suspenderam a compra da carne bovina brasileira, o que pressionou para baixo também os preços da suína.

Por outro lado, as carnes ovinas, por causa de limitações de oferta da Oceania, subiram. O frango também se valorizou em outubro pela forte demanda global, entretanto, o crescimento da produção seguiu fraco em virtude dos elevados custos de rações e do surto de gripe aviária que preocupa, sobretudo na Europa.

Após seis altas mensais consecutivas, os preços do açúcar recuaram em outubro, ficando, em média, em 119,1, queda de 2,1 pontos (1,8%) em relação a setembro, Entretanto, o valor está 40% acima do que era praticado no mesmo período de 2020.

O índice de preços de cereais subiu 4,3 pontos (3,2%), registrando assim média de 137,1 pontos em outubro. O trigo subiu pelo quinto mês consecutivo, dessa vez 5%. As colheitas menores principalmente nos Estados Unidos, Federação Russa e Canadá são os principais motivos para esses aumentos, segundo a FAO.

Os preços da cevada subiram em decorrência da forte demanda e aumentos de preços em outros mercados. O arroz também apresentou alta em outubro em virtude de uma demanda maior. Já o milho permaneceu estável.

Como já citado no começo da nota, os óleos vegetais ajudaram a impulsionar consideravelmente o Índice de Preços de Alimentos da FAO. Em outubro, a média foi de 184,8 pontos, o que representa uma alta de 16,3 pontos (9,6%) em comparação com setembro. Os óleos de palma e de colza foram os que mais pressionaram os preços para cima, enquanto as cotações de óleos de soja e girassol diminuíram.

Ainda no caso dos óleos vegetais, vale destacar que pelo terceiro mês consecutivo, as cotações internacionais do de palma subiram, atingindo o nível mais alto em mais de uma década. A produção abaixo do esperado na Malásia foi apontada como motivo principal.

Já o subíndice de preços dos laticínios registrou média de 120,7 pontos em outubro, alta de 2,6 pontos (2,2%) em relação a setembro. 

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    SP
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